O primeiro mês do ano já passou. Assim sendo, só restam, de uma forma linear e simplista, cerca de 92% do tempo e de recursos para atingir os objetivos estipulados para este ano.
Quais eram as suas opções em serviços financeiros há alguns anos? Provavelmente, uma das escolhas envolvia os principais bancos. Hoje, com as fintechs, a concorrência deste mercado é muito maior. Conheça as start-ups financeiras que se tornaram unicórnios em 2018 e quais as suas apostas.
Já está em marcha a 3.ª edição dos Prémios Heróis PME. Dar visibilidade às empresas portuguesas é o objetivo.
A última aposta do fundo da multinacional japonesa foi a Nuro, uma start-up que já tem um veículo autónomo a encurtar a distância entre os negócios locais e os seus clientes.
Luxemburgo, Líbano e Marrocos são os três países onde os empreendedores vendem mais para o mercado externo.
O primeiro programa de aceleração do grupo Trivalor registou mais de 70 participações nacionais e internacionais. Foram escolhidas cinco vencedoras, duas são portuguesas.
Este ano, o programa de aceleração está focado na sustentabilidade. As candidaturas podem ser efetuadas até dia 3 de março.
A OutSystems e a parceira Omnext anunciaram o lançamento de dois serviços de análise de risco de aplicações. A ideia é solucionar o problema da dívida técnica ao disponibilizar insights sobre a capacidade de manutenção do código.
À semelhança do ano passado, o programa Novabase Academy volta a contratar jovens talentos. Este ano, a meta são 150 profissionais.
Há cerca de um mês ao trocar mensagens de texto com um amigo, e depois de termos várias conversas sobre o tema, ele confidenciou-me que não percebia o que era Competitive Intelligence (CI). Isto depois de inclusive termos tido reuniões de negócio onde tentei explicar-lhe como o seu negócio poderia beneficiar, e muito, de usar CI. Dei comigo a pensar como poderia explicar de forma clara e simples este conceito, mas na altura nada me ocorreu.
O que colocaria Portugal no mapa, o papel das start-ups no tecido empresarial e as hierarquias pesadas que contrariam a inovação são apenas três dos temas que Steven Braekeveldt, CEO da AGEAS Portugal, abordou numa entrevista ao Link To Leaders.
















