A KPMG e a H2 Ventures estão à procura de projetos fintech. Objetivo: criar a lista das 100 empresas mais inovadoras neste setor.

Com a modernização da tecnologia, os processos tradicionais dos bancos estão a ser rapidamente ultrapassados por empresas mais pequenas que oferecem soluções que facilitam os métodos tradicionais.

Uma boa parte destas empresas que estão a modernizar o setor são categorizadas de fintech (projetos de base tecnológica aplicados à área financeira). A importância das fintech ultrapassa o mercado dos bancos e dos serviços financeiros.

O presidente do World Business Angels Forum, Baybar Altuntas, por exemplo, já referiu que este tipo de start-ups podem ser cruciais para apoiar os refugiados, na medida em que facilita o processo de envio e entrega de dinheiro sem haver grandes taxas a dificultar a transação.

Conscientes deste e de outro tipo de aplicações do mundo tecnológico ao serviço do mercado financeiro, a KPMG e a H2 Ventures lançam a edição de 2018 das “100 start-ups fintech mais inovadoras”.

Desta lista, que será anunciada no final de outubro, vão fazer parte as 50 principais fintechs já reconhecidas no mercado e as 50 emergentes que mais se destacaram. Se tem um projeto potencialmente interessante para esta segunda lista poderá fazer a sua inscrição no site oficial da iniciativa até ao próximo dia três de agosto.

Na primeira lista – das que já são reconhecidas no mercado -, será feita uma pesquisa universal de empresas inovadoras e serão analisadas todas as sugestões feitas à organização através do site. Depois de recolhidos os projetos com maior potencial, serão avaliados dados como a facilidade em atrair e levantar capital, a localização e grau de disrupção no seu setor, os produtos e serviços, experiência do cliente e o nível de inovação do modelo de negócios.

Por outro lado, nas 50 fintechs emergentes, o júri procura os potenciais players do futuro com ideias novas e soluções disruptivas.

Nasser Sattar, head of advisory da KPMG Portugal, afirmou em comunicado que “à semelhança do que fizemos por ocasião do Global Fintech Hackcelerator, onde desafiámos as start-ups portuguesas a concorrer a um programa de fintech verdadeiramente global, também no Fintech 100 temos a ambição de ver soluções nacionais entre os candidatos, nomeadamente na categoria de rising stars, algo que já aconteceu em 2016”.

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