Foi lançada em 2020, chama-se Koo e é uma rede social que está a atrair utilizadores pelo mundo fora. Conheça a app indiana que está a posicionar-se como uma alternativa ao Twitter.

Protagonista de inúmeras crises, provocadas pela suspensão de contas, anúncio de venda ou despedimentos, entre outras problemáticas, a rede social Twitter tem motivado o descontentamento dos utilizadores e dado espaço para que outras redes sociais ganhem preponderância nas preferências dos utilizadores deste tipo de plataformas. É o caso da rede social Koo, um projeto indiano que tem sido uma alternativa para muitos utilizadores e que há bem pouco tempo já somava mais de 50 milhões de downloads.

“Estamos impressionados com a resposta que recebemos de nossos utilizadores e muito felizes por compartilhar que hoje somos o segundo maior microblog do mundo em apenas 2,5 anos de existência. Desde o lançamento, os nossos utilizadores acreditaram em nós”, afirmou em comunicado Aprameya Radhakrishna, CEO e cofundador da Koo.

Criada por Aprameya Radhakrishna e Mayank Bidawatka, em março de 2020, a plataforma Koo, disponível em Android e iOS, foi lançada como um microblog alternativo para partilhar atualizações e opiniões pessoais. Tinha como diferencial disponibilizar diversos idiomas indianos, e “competia” com outras plataformas globais do mesmo formato.

Atualmente, e além do indiano, a plataforma está disponível em inglês e português (na sequência da elevada adesão dos brasileiros) e, brevemente, prevê disponibilizar também o italiano, alemão, espanhol e francês, entre outras línguas.

Quer o design quer o modo de funcionamento são semelhantes aos usados pelo Twitter. Tal como nesta, na Koo os utilizadores também podem publicar textos, imagens e vídeos. Atualmente, e beneficiando das dificuldades que o Twitter tem atravessado, segundo os especialistas, a Koo já tem utilizadores em mais de 100 países, entre os quais os EUA, Canadá, Brasil e Reino Unido.

A Koo tem sede em Bengaluru, reúne cerca de 300 colaboradores e já fez várias rondas de financiamento, a última das quais em fevereiro deste ano, estando agora avaliada em 263 milhões de euros.

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