Esta frase emblemática sobre a sorte foi dita por uma pessoa que criou uma das maiores multinacionais do mundo. Sabe quem é?
Empresas e Start-Ups
A digitalização da economia portuguesa será, certamente, uma das principais tendências de 2018. Há de facto uma maior consciência, por parte das nossas empresas, de que as tecnologias digitais permitem ganhos efetivos de gestão, competitividade e produtividade.
Ao longo do ano que agora terminou, a plataforma europeia de equity crowdfunding gerou investimentos superiores a 140 milhões de euros.
Considero-me uma pessoa com uma produtividade acima da média. Pode soar arrogante, mas não é, porque não é resultado de uma inteligência superior, mas de hábitos criados pela necessidade.
Quatro décadas depois de ter criado o projeto empresarial a que deu o seu nome, Lúcia Piloto fala ao Link to Leaders dos maiores desafios que encontrou como empreendedora e como os conseguiu ultrapassar. E deixa ainda algumas dicas para quem está a pensar aventurar-se nos negócios.
Amit Karp, investidor de capital de risco israelita, fez três previsões sobre o ecossistema de start-ups para 2018.
Enquanto estava na universidade Erin Henry, agora com 27 anos, decidiu que ia ser a sua própria chefe e não seguir uma carreira tradicional.
Sejam bem-vindos a um novo ano! Um ano que se prevê cada vez mais digital e transformador! Para a área do marketing é mais um desafio.
A Flow é o exemplo de uma das maiores histórias de sucesso no domínio do crowdfunding. Trata-se uma start-up australiana que superou todas as expetativas na angariação de fundos.
Numa altura em que grandes empresas como a Google e o Facebook controlam grande parte da informação, o aparecimento de competidores como o Million Short pode revolucionar o setor.
O seu perfil do LinkedIn é o retrato online da sua carreira profissional. Antes desta rede social profissional ter entrado em funcionamento, em 2003, e de ter começado a ser amplamente utilizada pelos cibernautas que queriam expor o seu trabalho online, era comum as pessoas terem websites com este tipo de informação.
Depois da Inteligência Artificial, propus-me a escrever sobre outro tema da moda: a nossa crescente permeabilidade às tretas. Pelos vistos vivemos na era das fake news e da “pós-verdade” (será isto tretas sobre tretas?).












