Mandou-me uma pessoa amiga um vídeo de uma cerimónia de apresentação do livro “Can Asians Think of Peace?[1]”, constituído de muitos ensaios, mais de 60, sobre diferentes aspetos da manutenção da paz, ou do modo de evitar conflitos e atitudes agressivas, referentes a diferentes geografias e a variados tipos de incidentes na Ásia.
Empresas e Start-Ups
“Falamos tanto dos trabalhadores que adoecem como das pessoas com doenças mentais que trabalham.” É com esta visão integradora que os psiquiatras Afonso Gouveia e Pedro Moura, coordenadores do livro “Saúde Mental e o Trabalho”, lançado pela LIDEL, desafiam gestores, profissionais de saúde e decisores a olharem para o local de trabalho como um espaço que tanto pode proteger como fragilizar a mente humana.
Ser empreendedor é, muitas vezes, um ato de fé. Fé numa ideia, numa equipa, num propósito. Acima de tudo, fé em si próprio. Mas entre o sonho e a realidade, existe um território quase sempre silencioso: o do desgaste mental.
A Open AI revelou em agosto a nova versão do modelo de inteligência artificial, o GPT-5, prometendo unir capacidades multi-modais – texto, imagem, vídeo e áudio, - com processamento mais profundo e contextual, capaz de «pensar» tarefas mais complexas e reencaminhar, de forma inteligente, cada pedido realizado para o modelo mais eficaz de cada resposta.
Com o regresso à atividade empresarial na reentré, as organizações portuguesas enfrentam um contexto desafiante, mas cheio de potencial. As exigências do mercado, a evolução tecnológica e a pressão pela eficiência colocam a transformação digital no centro das prioridades estratégicas.
Poucas empresas têm um modelo de gestão do conhecimento robusto, capaz de assegurar a transferência de know-how entre gerações. A pressão do dia a dia, o foco no resultado imediato e as equipas muitas vezes “à pele”, empurram este tema para segundo ou terceiro plano. Só quando alguém sénior, com profundo conhecimento da empresa, das pessoas e dos negócios sai, é que se percebe a sua verdadeira criticidade.
Depois de anos a anunciar que o remoto era o futuro, as empresas descobriram que afinal o futuro tem parque de estacionamento limitado, trânsito caótico e cafés caros. A Microsoft, entre outras empresas, puxou a corda e muitas outras seguem atrás: “voltem”.
Ser líder, como tudo na vida, envolve riscos, e por isso, cada líder de uma organização deve estar ciente dos riscos inerentes à sua atividade e desenvolver planos para mitigá-los.
Ao longo dos últimos anos tenho refletido sobre um tema que considero central para o futuro das organizações: de que forma a liderança empresarial impacta a vida das pessoas.
Entrevista/ “Um protótipo minimalista a funcionar é melhor que uma máquina perfeita que fica no papel”
"Portugal será o primeiro país em que estas embarcações farão testes. A MobyFly está a negociar com operadores de todo o mundo, incluindo no Pacífico. É provável que as primeiras operações comerciais sejam na Europa e estamos a envidar esforços para que algumas sejam em Portugal", revela Ricardo Bencatel, cofundador e CTO da start-up que tem ligações à Universidade do Porto e que acaba de levantar 11 milhões de euros.
Se há algo que a experiência me ensinou ao longo dos anos é que ninguém evolui isolado. As organizações, tal como as pessoas, crescem mais e melhor quando olham à sua volta, observam, questionam e, sobretudo, quando têm a coragem de aprender com outros.
Durante décadas, a liderança corporativa foi muitas vezes romantizada como a figura no topo, aquele ou aquela que detém as respostas, toma as decisões e controla as rédeas de uma organização.












