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Empresas e Start-Ups

Podem os asiáticos pensar em Paz?

Mandou-me uma pessoa amiga um vídeo de uma cerimónia de apresentação do livro “Can Asians Think of Peace?[1]”, constituído de muitos ensaios, mais de 60, sobre diferentes aspetos da manutenção da paz, ou do modo de evitar conflitos e atitudes agressivas, referentes a diferentes geografias e a variados tipos de incidentes na Ásia.
Afonso Gouveia e Pedro Moura, coordenadores do livro “Saúde Mental e o Trabalho”

Entrevista/ “Todos ganhamos quando as pessoas pedem ajuda atempadamente”

“Falamos tanto dos trabalhadores que adoecem como das pessoas com doenças mentais que trabalham.” É com esta visão integradora que os psiquiatras Afonso Gouveia e Pedro Moura, coordenadores do livro “Saúde Mental e o Trabalho”, lançado pela LIDEL, desafiam gestores, profissionais de saúde e decisores a olharem para o local de trabalho como um espaço que tanto pode proteger como fragilizar a mente humana.

A saúde mental como músculo invisível dos empreendedores

Ser empreendedor é, muitas vezes, um ato de fé. Fé numa ideia, numa equipa, num propósito. Acima de tudo, fé em si próprio. Mas entre o sonho e a realidade, existe um território quase sempre silencioso: o do desgaste mental.

Advocacia e a IA

A Open AI revelou em agosto a nova versão do modelo de inteligência artificial, o GPT-5, prometendo unir capacidades multi-modais – texto, imagem, vídeo e áudio, - com processamento mais profundo e contextual, capaz de «pensar» tarefas mais complexas e reencaminhar, de forma inteligente, cada pedido realizado para o modelo mais eficaz de cada resposta.

O que vai marcar a transformação digital até ao final de 2025

Com o regresso à atividade empresarial na reentré, as organizações portuguesas enfrentam um contexto desafiante, mas cheio de potencial. As exigências do mercado, a evolução tecnológica e a pressão pela eficiência colocam a transformação digital no centro das prioridades estratégicas.

Entre a experiência e a inovação: porque o teu próximo colega pode ser um senior advisor

Poucas empresas têm um modelo de gestão do conhecimento robusto, capaz de assegurar a transferência de know-how entre gerações. A pressão do dia a dia, o foco no resultado imediato e as equipas muitas vezes “à pele”, empurram este tema para segundo ou terceiro plano. Só quando alguém sénior, com profundo conhecimento da empresa, das pessoas e dos negócios sai, é que se percebe a sua verdadeira criticidade.

As empresas não cabem no Teams

Depois de anos a anunciar que o remoto era o futuro, as empresas descobriram que afinal o futuro tem parque de estacionamento limitado, trânsito caótico e cafés caros. A Microsoft, entre outras empresas, puxou a corda e muitas outras seguem atrás: “voltem”.

Entrevista/ “Um protótipo minimalista a funcionar é melhor que uma máquina perfeita que fica no papel”

"Portugal será o primeiro país em que estas embarcações farão testes. A MobyFly está a negociar com operadores de todo o mundo, incluindo no Pacífico. É provável que as primeiras operações comerciais sejam na Europa e estamos a envidar esforços para que algumas sejam em Portugal", revela Ricardo Bencatel, cofundador e CTO da start-up que tem ligações à Universidade do Porto e que acaba de levantar 11 milhões de euros.

Benchmarking: comparar para melhorar

Se há algo que a experiência me ensinou ao longo dos anos é que ninguém evolui isolado. As organizações, tal como as pessoas, crescem mais e melhor quando olham à sua volta, observam, questionam e, sobretudo, quando têm a coragem de aprender com outros.

Escutar, não impor!

Durante décadas, a liderança corporativa foi muitas vezes romantizada como a figura no topo, aquele ou aquela que detém as respostas, toma as decisões e controla as rédeas de uma organização.