A Glintt continua a inovar e a reiventar-se. Apresentou há uma semana a Nexllence, focada em soluções para a transformação digital das empresas, e quer reforçar a sua a aposta nos mercados externos do Sul da Europa. Em entrevista ao Link To Leaders, o CEO e o Managing Director Nexllence da multinacional falam da nova marca, da pandemia, do investimento num programa para start-ups e do futuro.

A tecnológica portuguesa é especialista em soluções na área da saúde. Está em seis países, emprega mais de 1110 colaboradores, fornece mais de 200 hospitais e clínicas, além de 14 mil farmácias.

A empresa tem estado focada na área da Saúde, por razões históricas da fusão entre a Consiste e Pararede, e conjuga mais de 20 anos de experiência, mas ao longo deste tempo desenvolveu também soluções noutras áreas, que decidiu agora reposicionar no mercado com a Nexllence. A nova marca arranca já com 300 pessoas e uma carteira de projetos realizados, e em desenvolvimento, no currículo.

Como surgiu a necessidade de criar a nova marca Nexllence?
[David Faustino – DF] Para a Glintt, uma multinacional tecnológica com mais de 20 anos de know how, é essencial continuar a evoluir e a reinventar-se. Evoluir para ser um catalisador da evolução dos nossos clientes, criando soluções tecnológicas de excelência para as organizações que vão liderar o futuro digital. E foi desta forma que nasceu a Nexllence, que pretende ser uma marca com matriz Ibérica, mas focada no espaço Europeu.

Uma marca de forte cariz tecnológico, competente em desenvolvimento aplicacional e de infraestruturas de nova geração, alinhando tecnologia e negócio e garantindo a competitividade das empresas e um serviço de excelências aos cidadãos por parte das entidades de administração pública. A Nexllence surge da evolução de duas unidades de negócio já existentes (a área de consultoria aplicacional e a área de infraestruturas) que atuam em áreas tecnológicas de grande especialidade e especificidade, estando inseridas num mercado de tecnologia em elevado crescimento a nível mundial.

A quem se destina esta nova marca?
[DF] Criámos a Nexllence para servir as organizações que compreendem o valor que a tecnologia pode aportar aos seus planos estratégicos, e que através dela pretendam liderar um futuro cada vez mais digital, independentemente do setor de atividade, ou do controlo de gestão.

Para a Glintt, é importante continuar a evoluir e a reinventar-se? O que tem sido determinante?
[Nuno Vasco Lopes – NVL] Claramente! Exemplos disso são o rápido go to market de soluções como a ADAPTT Surge Planning Support Tool que lançámos em março em parceria com a APAH e a OMS. Esta ferramenta possibilita a introdução das práticas e atividades hospitalares, assim como a capacidade de diferentes tipologias de camas e de recursos humanos. Através desta ferramenta é ainda possível determinar os incrementos de necessidade de recursos humanos, devido à probabilidade de infeção dos profissionais de saúde.

Outro exemplo é o lançamento da marca Nexllence. A convergência para a cloud, as expetativas de uma mais rápida digitalização dos negócios dos nossos clientes  e os desafios crescentes da cibersegurança e privacidade estão a tornar a tecnologia mais complexa e integrada. Tornou-se claro que necessitavamos de reorganizar este negócio, criando sinergias e um roadmap de inovação holístico, tendo muito claro que o objetivo da tecnologia e da inovação é servir o negócio das empresas, os seus clientes e os utentes dos serviços de administração pública.

” A atividade na área da saúde representa cerca de 75% do volume de negócios da Glintt e uma vez que as nossas soluções são utilizadas em mais de 200 hospitais e clínicas e em 14 mil farmácias na Península Ibérica, as mais requisitadas foram as de necessidade imediata (…)”.

Quais os produtos ou soluções que as empresas mais estão a adquirir à Glintt? Que mudanças detetaram antes e durante a Covid-19?
[NVL] A atividade na área da saúde representa cerca de 75% do volume de negócios da Glintt e uma vez que as nossas soluções são utilizadas em mais de 200 hospitais e clínicas e em 14 mil farmácias na Península Ibérica, as mais requisitadas foram as de necessidade imediata, ou seja, que possibilitassem a melhor adaptação ao Estado de Emergência nacional. Apostámos em soluções de vídeo consulta através do nosso software hospitalar – o Globalcare – em conjunto com um parceiro, a Hopecare – primeira empresa portuguesa de telessaúde a aliar serviços a produtos e a plataformas tecnológicas de ponta que permitem a prestação de Cuidados Sociais e de Saúde sem barreiras e à distância. Esta parceria tem como principal intuito fornecer, em conjunto, uma ferramenta de videoconsultas às entidades de saúde.

Na assistência e no apoio técnico as solicitações também cresceram. E foi com o objetivo de ajudar os nossos clientes que delineámos um conjunto de medidas de ajuste aos nossos serviços de forma a continuarmos a prestar toda a assistência necessária. Desde a Assistência Remota (24h por dia, 7 dias por semana) com a ajuda de softwares de videoconferência, que nos permitem prestar auxílio total aos clientes com maior rapidez, evitando assim visitas que comprometam o seu normal funcionamento. A nossa área de consultoria – Adjustt – preparou a sua equipa e adaptou o seu modelo de intervenção para, com o recurso à tecnologia e de forma remota, poder dar o máximo apoio principalmente às farmácias na implementação do Plano de Contingência desenvolvido.

Agora lançamos a marca Nexllence, uma área que representa aproximadamente 25% do volume de negócios da Glintt, e 300 postos de trabalho altamente qualificados. E que pretende transmitir a forte aposta da Glintt como hub de competências e experiência com uma forte ambição de crescimento, capaz de atrair talento em áreas de forte inovação, e transformar esse talento em valor para os seus clientes.

De que forma a capacidade de entrega e de implementação de novas soluções e produtos da Glintt foi afetada pela pandemia?
[NVL] A Glintt atuou de forma rápida e focada na disponbilização de soluções para os seus clientes, de forma a se protegerem e protegerem também os seus clientes e colaboradores . E como exemplo desta resposta rápida, dia 8 de abril desenvolvemos juntamente com a Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), em colaboração com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma ferramenta gráfica, destinada a ser utilizada por especialistas seniores em planeamento de cuidados de saúde e decisores políticos. A ADAPTT Surge Planning Support Tool permite que os utilizadores dos vários países insiram os seus dados epidemiológicos, variem os cenários de mitigação (ao usar o modelo epidemiológico ilustrativo da ferramenta) e adaptem a ferramenta a diferentes attack rates.

Como avalia o papel das start-ups na resposta ao Covid-19?
[NVL] De uma forma muito positiva! São extremamente pro ativas e é com enorme satisfação que algumas delas foram vencedoras do Prémio HINTT – Maturidade Digital, o momento alto do nosso evento totalmente dedicado à Saúde, o HINTT – Health Intelligent Talks&Trends, que este ano realizou a sua 4ª edição no Pavilhão do Conhecimento no passado dia 1 de outubro. Com as expetativas superadas e um recorde de candidaturas, defendemos a ideia de que Portugal é claramente uma montra digital na área da saúde e que tem feito um papel diferenciador na área das ciências da vida.

“Acredito que a experiência da Glintt no mercado ibérico da Saúde, aliada à visão inovadora da Portugal Ventures, poderá ser determinante para termos vários casos de sucesso de empresas portuguesas a competirem no mercado global do Digital Health”.

A Glintt prepara-se para investir 30 mil euros num novo programa de aceleração de start-ups que conta com o apoio da Portugal Ventures (PV). Como estão a correr os preparativos e quais as expetativas?[NVL] A Glintt e a Portugal Ventures partilham um conjunto de valores muito relevantes e de interesse nacional, nomeadamente na aposta pela inovação e pelo empreendedorismo. Acredito que a experiência da Glintt no mercado ibérico da Saúde, aliada à visão inovadora da Portugal Ventures, poderá ser determinante para termos vários casos de sucesso de empresas portuguesas a competirem no mercado global do Digital Health.

Queremos colocar a tecnologia ao serviço das pessoas, de uma forma eficiente, sustentável e humana. Juntamente com a Portugal Ventures poderemos testar de forma mais rápida e concreta, com base em casos reais, alguns conceitos e tecnologias que estão a ser desenvolvidos pelas Startups acompanhadas pela PV. Esse será o nosso contributo assim como outros que colocamos ao dispor desta parceria que pretende ser longa e profícua.

Que projetos procuram?
[NVL] A Glintt Inov pretende reforçar a sua estratégia de Open Innovation, ao dar a oportunidade a clientes e a parceiros de se candidatarem, assim como ajudar as empresas que se encontrem a desenvolver, validar ou comercializar projetos na área do Digital Health, a terem acesso ao contexto e mindset certo sobre o futuro da saúde.

Isto significa criar diferentes programas, com mentoria para novas empresas que queiram lançar as suas start-ups e que não tenham espaço próprio, financiamento, apoios de marketing ou tecnologia disponível, ou outras, que já tendo produtos, necessitem do contexto certo para os validarem e direcionarem de forma correta ao mercado endereçável.

A Glintt reúne um conjunto de atributos únicos, que podem ser muito relevantes para estas start-ups e PME, nomeadamente: a pertença a um ecossistema de empresas onde se incluem cerca de 17.000 farmácias em Portugal e Espanha, Hospitais Privados, distribuidores farmacêuticos, Centros de informação e académicos, entre outros. O acesso a clientes, parcerias com as principais empresas de tecnologia e cloud services e a possibilidade de aceder a dados estruturados na área clínica e de farmácia, através de um data lake, são algumas das vantagens que a Glintt quer disponibilizar a estas empresas.

Em que tipo de start-ups poderão investir?
[NVL]  Tendo como missão a procura pelos projetos mais inovadores e que respondam aos desafios cada vez mais complexos do setor da Saúde, a Glintt Inov selecionou quatro projetos, que resultam do processo de ideação interno, o “Ciclo INOV”, mas também da realização do seu primeiro Hackathon (Hacking Health). O primeiro, o “Med.GPS consiste numa App que pretende dar informação sobre as farmácias que têm em stock, nesse preciso momento, o produto que necessitamos. O segundo, o “EVA”, um chatbot em linguagem natural, apresentado por uma equipa de estudantes do Instituto Superior Técnico e que pretende ser um interface entre os utilizadores e a tecnologia, nomeadamente nos serviços hospitalares onde, por vezes, se perde mais tempo a resolver problemas informáticos do que a olhar nos olhos dos doentes. O “Vigipharma”, uma plataforma mobile interativa para o registo, report e controlo das reações adversas dos medicamentos. E, por último, o projeto Pharma.Quest, também este um chatbot que pretende facilitar o controlo das receitas médicas e a interação das pessoas com a sua farmácia.

Por outro lado, existem já dois projetos, do ano passado, que estão em fase piloto, nomeadamente: Game4Life e o Knowlogis. Este último está em fase piloto no CHVNG/E e resulta de um projeto de candidatura a fundos comunitários e de uma parceria entre esse Centro Hospitalar, a Glintt INOV e o INESCTEC. O seu objetivo é dotar as unidades hospitalares e organismos centrais da capacidade de previsibilidade no que respeita à necessidade futura dos seus consumíveis (desde medicamentos, ligaduras, até salas e macas), ou seja, tudo o que necessita para funcionar.

O Game4Life está já na sua fase final de desenvolvimento e será pilotado com algumas Farmácias Portuguesas, que o apoiaram na sua fase de ideação. Trata-se de uma plataforma de “Gamificação”, que tem como objetivo melhorar os outcomes dos doentes diabéticos, em especial os que sofrem de Diabetes tipo 1. Esta plataforma permite que o farmacêutico assuma um papel de “Health Coach”, que através do estabelecimento de novos desafios vai poder estimular os doentes a atingir metas que o vão levar para um melhor controlo da sua doença, retirando assim alguma componente psicológica mais pesada da equação de se estar doente.

“Vemos neste projeto [Glintt Inov] um challenger para os colaboradores, que são, assim, incentivados a contribuírem com ideias. E estamos a transformá-la numa incubadora de start-ups para a área do digital health”.

Qual tem sido o trabalho da Inov?
[NVL] Vemos neste projeto [Glintt Inov] um challenger para os colaboradores, que são, assim, incentivados a contribuírem com ideias. E estamos a transformá-la numa incubadora de start-ups para a área do digital health. E é assim que no principio deste ano, volvidos dois anos de Glintt Inov, nos transformámos num Ecossistema Ibérico de Inovação totalmente dedicado à Saúde Digital. Tecnologia, Inovação, Saúde e Presença Ibérica são as forças motrizes por detrás deste ecossistema.

Em 2019, a Glintt investiu cerca de 3,5 milhões de euros em projetos de inovação. Este montante inclui investimento próprio e investimento público. Nestes projetos incluímos tanto os de inovação, que resultam do processo interno de apoio de ideias, como os projetos desenvolvidos em parceria com parceiros ou clientes. Este é um dos investimentos mais estruturantes da empresa para os próximos anos.

Olhando em especial para os hospitais após a Covid-19, quais os desafios que se colocam aos cuidados de saúde?
[NVL] A equação do bem-estar e da saúde centrada no cidadão só pode ser resolvida através de tecnologia e de processos bem-definidos. O nosso dia a dia é transformado pela tecnologia através do digital, da mobilidade e do virtual. Cada um de nós enquanto cidadão procura cada vez mais tecnologia na relação com os profissionais de saúde e com as instituições de saúde.

O momento da pandemia mostrou que já existia inovação tecnológica para transformar a prestação de cuidados em saúde e tal foi visível, por exemplo, pelo número de teleconsultas versus o número de consultas presenciais realizadas nos cuidados de saúde primários e nas unidades hospitalares. Este momento deve ser encarado como uma oportunidade para continuar e acelerar a implementação de inovação e de tecnologia para que os cuidados de saúde e a relação utente-profissionais de saúde possa ser realizada à distância de um click. O momento pandémico que atravessamos permitiu que as diferentes instituições de saúde e não saúde centrassem os seus serviços no cidadão, tendo por base tecnologia e inovação de processos.

Como olha para o mercado para os próximos anos?
[DF] Acredito que o habitual “normal” já não vai voltar. Não podemos acreditar que a retoma às nossas vidas seja em segurança total. Tal como os surtos da gripe acontecem anualmente e outras doenças de caráter infectocontagioso continuam a infetar pessoas, assim a Covid-19 vai permanecer, até que ciência resolva o desafio da criação de uma vacina.

Mas esta não é uma visão pessimista, antes uma visão confiante que vamos conseguir ultrapassar todas a dificuldades com a resiliência característica da natureza humana. Já Milton Friedman dizia que apenas uma crise – real ou percebida – é capaz de produzir mudanças reais. Quando essa crise acontece, as ações tomadas dependem das ideias que  circulam, daquilo em que acreditamos serem as soluções. Por isso acredito que nos cabe desenvolver alternativas às soluções existentes, mantê-las vivas e disponíveis até que o impossível do passado se torne o inevitável do presente e construa o novo futuro normal.

Quais as grandes tendências do setor que estão a ser impulsionadas pelas novas tecnologias?
[DF] As novas tecnologias são transversais a todo e qualquer mercado e empresa. A convergência para a cloud, as expetativas de uma digitalização mais célere dos negócios e os desafios crescentes da cibersegurança e privacidade, tanto para as empresas, como para os cidadãos, estão a tornar a tecnologia mais complexa e integrada.  Ao longo dos anos temos acumulado um importante know-how em áreas tecnológicas de ponta como Cloud, Cibersegurança, Low Code, Middleware, Internet of Things e  Inteligência Artificial, experiência esta obtida em todos os setores de atividade.

A aceleração da digitalização da sociedade, das empresas e das entidades públicas levou a que sejamos crescentemente desafiados por mais clientes, que reconhecem a complexidade e criticidade de soluções por nós criadas, e pretendem utilizar este know-how nas suas empresas ou organismos da administração pública.

E mais importante que a tecnologia, é a utilização que esta tecnologia tem, para os cidadãos, empresas e governos: a tecnologia deverá servir cada cidadão/consumidor de forma personalizada, e permitir a cada entidade pública ou privada presta serviços ou vende os seus produtos de forma única e diferenciada dos seus concorrentes. A tecnologia deve ser única a cada entidade, de modo a ser uma alavanca da sua estratégia empresarial, e não a estratégia empresarial ser condicionada por ferramentas tecnológicas que não são flexíveis e condicionam a atuação das empresas ou entidades públicas.

“O estado português tem efetuado progressos significativos: no ranking de 2020 da Comissão Europeia relativo a serviços públicos digitais Portugal surge em 13º lugar, acima da média europeia, e à frente de países com economias muito maiores, como a Alemanha e a Itália”.

O que é preciso para que o setor público se transforme e se torne sustentável?
[DF] O estado português tem efetuado progressos significativos: no ranking de 2020 da Comissão Europeia relativo a serviços públicos digitais Portugal surge em 13º lugar, acima da média europeia, e à frente de países com economias muito maiores, como a Alemanha e a Itália. Isto tem sido possível através de um esforço de cada uma das principais entidades públicas, e devido à visão e capacidade de execução de alguns organismos com um caráter mais transversal como a Agência para a Modernização Administrativa e da Secretaria de Estado para a Transição Digital.

A tecnologia pode ter um papel ainda mais relevante na transformação e sustentabilidade da máquina do Estado, em particular através de uma maior automatização das suas operações e processos, disponibilizado mais serviços digitais centrados nas necessidades dos cidadãos e das empresas e analisando as quantidades massivas de dados que detém e retirando daí informação que lhe permita identificar mais iniciativas de transformação.

Este esforço de transformação, que se tem intensificado nos últimos anos, deverá ser mantido nos próximos anos, pois é uma das melhores formas de ultrapassar os constrangimentos relacionados com a pandemia. É um esforço que carece de acesso a competências altamente diferenciadas , em que o Estado deve de continuar a contar com os agentes privados, e paralelamente investir no desenvolvimento dos seus quadros, e fomentar uma relação muito próxima com as entidades de investigação e ensino superior.

A Nexllence tem orgulho de participar em vários dos mais importantes projetos de digitalização do Estado Português nos últimos anos. Um destes exemplos é a iniciativa autenticação.gov da AMA, que permite a qualquer cidadão português autenticar-se de forma segura e eletrónica junto de entidades públicas e privadas, e que permite também a desmaterialização de vários documentos oficiais como o Cartão de Cidadão e carta de condução, entre outros.

Quais as perspetivas para 2021?
[DF]  Apesar do importante impacto da pandemia na globalidade das economias, a Nexllence espera encerrar um ano com um crescimento de dois dígitos nos seus mercados mais importantes: Portugal e Espanha. As perspetivas para o ano de 2021 são de continuado crescimento, reforçado por uma politica de aquisições seletivas que visa permitir o desenvolvimento de centros de excelência em áreas tecnológicas criticas. Será reforçada também a aposta nos mercados externos do Sul da Europa, com particular destaque para Espanha, país para o qual exportamos serviços tecnológicos há mais de 10 anos e onde investimos de forma determinada em 2020.

Respostas rápidas:
[DF] O maior risco: perder a curiosidade e a vontade de aprender.
[DF] O maior erro: não ouvir.
[DF] A maior lição: agir sobre o que podemos mudar, e aceitar o que não podemos mudar.
[DF] A maior conquista: colocar o “nós” antes do “eu”.

 

* Nuno Vasco Lopes, CEO da Glintt, e David Faustino, Managing Director Nexllence, by Glintt

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