Bynd Venture Capital quer fazer um investimento por mês em 2026

A venture capital coloca como objetivo para 2026 realizar um novo investimento por mês. O ano que passou foi marcado por 11 investimentos ibéricos e pela aposta em start-ups de inteligência artificial.

Depois de ter fechado 2025 com a concretização de 11 novos investimentos, em Portugal e Espanha, em start-ups nas fases pre-seed e seed, alcançando um total de 15 participadas no Fundo III, lançado a meio de 2024, a Bynd Venture Capital planeia realizar entre 10 a 12 novos investimentos em start-ups tecnológicas com impacto ibérico e ambição global ao longo deste ano.

Francisco Ferreira Pinto, partner da Bynd Venture Capital, sublinhou que “estamos muito satisfeitos com os resultados alcançados em 2025, tanto pela nossa capacidade de adicionar start-ups de enorme potencial ao portefólio como pelo crescimento das nossas empresas investidas”. Lembrou que “o ecossistema tecnológico ibérico está cheio de talento e ideias inovadoras. Este ano, queremos estar ainda mais próximos de empreendedores, ajudá-los a transformar ideias em soluções globais e explorar novas oportunidades em áreas com potencial de disrupção através da tecnologia”.

Assim, a equipa da Bynd VC continuará a apoiar as participadas na internacionalização dos negócios, na captação de clientes estratégicos e na preparação de novas rondas de financiamento, enquanto procura oportunidades de exit nas participadas dos primeiros dois fundos. Paralelamente, estão a ser avaliadas duas iniciativas estratégicas para explorar oportunidades específicas de mercado, expandindo e diversificando a capacidade de investimento do Fundo III.

Com uma abordagem focada nos fundadores e uma rede ativa de mais de 70 empreendedores, 150 co-investidores e 400 parceiros, a Bynd Venture Capital pretende, assim, continuar a consolidar o seu papel como um dos investidores mais ativos na Península Ibérica e parceiro estratégico para start-ups tecnológicas com ambição global. O portefólio atual é composto por seis empresas portuguesas e nove espanholas, com presença nos principais centros de start-ups como Lisboa, Porto, Madrid, Valência e Barcelona.

Recorde-se que mais de metade dos investimentos realizados pela venture capital ao longo de 2025 concentraram-se em start-ups de inteligência artificial, com aplicação em setores como finanças, marketing, legal, indústria e vendas. Os restantes investimentos abrangeram áreas como software verticalizado e tecnologia aplicada às áreas da sustentabilidade, imobiliário ou espaço.

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