Se ainda pode ser útil, porquê deitar fora? Lipor aposta na reutilização.
O Banco de Bens da Lipor dá uma segunda vida a objetos ainda úteis, reduzindo o desperdício e transformando a reutilização em apoio a instituições e comunidades.
A Lipor está a reforçar a sua aposta na prevenção de resíduos com o Banco de Bens, uma iniciativa que recupera bens usados em bom estado para reutilização interna ou doação a instituições, prolongando a sua vida útil e evitando o desperdício de recursos.
Integrado no seu modelo circular de gestão de resíduos, o Banco de Bens surge como uma resposta ambiental e social, assente no princípio antes de substituir, reutilizar; antes de descartar, dar uma nova oportunidade, explica a empresa em comunicado.
Numa sociedade marcada por ciclos de consumo cada vez mais rápidos, muitos objetos são afastados da sua função original, apesar de continuarem plenamente aptos para utilização. Mobiliário, equipamentos elétricos e eletrónicos e outros bens podem encontrar novos contextos onde continuam a ser úteis, evitando a aquisição de novos equipamentos e reduzindo o desperdício de recursos.
Através deste projeto, a empresa promove a reutilização interna dos seus próprios bens e possibilita também a sua doação gratuita a entidades de cariz social, como Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), Organizações Não Governamentais (ONG) ou outras organizações com necessidades identificadas.
“Mais do que uma plataforma de encaminhamento de bens, o Banco de Bens reforça a responsabilidade social da Lipor, apoiando entidades que desenvolvem trabalho de proximidade e representa uma mudança de olhar, pois cada objeto reutilizado é um recurso valorizado, uma oportunidade criada e uma forma concreta de contribuir para uma economia mais circular e de baixo carbono”, afirma a empresa.
Para dar visibilidade a esta iniciativa, a Lipor lançou a campanha “Ainda tenho muito para dar”, uma abordagem criativa que coloca os próprios objetos no centro da narrativa.
Em vez de comunicar o fim da utilização dos bens, a campanha destaca tudo aquilo que ainda podem fazer. Mesas, cadeiras, armários ou equipamentos ganham voz para recordar que o seu valor não desaparece quando deixam de ser necessários num determinado contexto.
Através de mensagens simples, próximas e bem-humoradas, os objetos tornam-se protagonistas das suas próprias histórias, convidando a comunidade a vê-los não como resíduos, mas como recursos com potencial para continuar a fazer a diferença.








