Uma nova aliança global quer pôr líderes a repensar o mundo do trabalho
Lançada pelo Happiness Camp, a 1.ª edição da The Reset Alliance será limitada a 100 membros, selecionados pelo Conselho Executivo internacional da Associação. Prazo para candidaturas termina a 27 de fevereiro.
Num momento em que o burnout, a exaustão emocional e a perda de sentido no trabalho deixaram de ser exceções para se tornarem sintomas estruturais do modelo organizacional contemporâneo, o Happiness Camp lança a The Reset Alliance, uma comunidade global que desafia líderes, fundadores e decisores a assumirem um papel ativo na redefinição do futuro do trabalho. A iniciativa nasce com uma premissa clara: “não basta debater o problema. É preciso participar na solução”.
A primeira edição da The Reset Alliance será limitada a 100 membros, selecionados pelo Conselho Executivo internacional do Happiness Camp, e destina-se a profissionais que não se limitam a integrar o sistema, mas que procuram melhorá-lo. Executivos C-level, fundadores, responsáveis por estratégia organizacional, especialistas em bem-estar e saúde mental, consultores e académicos são convidados a integrar uma comunidade que pretende transformar conversas em impacto e princípios em práticas concretas.
Lançada no início do mês, a The Reset Alliance já registou mais de 200 candidaturas provenientes de mais de 35 países, incluindo Estados Unidos, Portugal, Reino Unido, Espanha, Brasil, Alemanha e Emirados Árabes Unidos. Os primeiros dados revelam que mais de 60% dos candidatos ocupam posições C-level ou funções estratégicas, evidenciando que o debate sobre sustentabilidade humana deixou de estar circunscrito às áreas tradicionais de recursos humanos e passou a envolver quem tem responsabilidade direta sobre estratégia, cultura e performance organizacional, explica o Happiness Camp em comunicado.
Segundo António Pedro Pinto, CEO e cofundador do Happiness Camp, “estamos a assistir a uma redefinição profunda das expectativas em relação ao trabalho e à liderança. O The Reset Alliance nasce como uma resposta a essa transformação, criando um espaço onde profissionais de diferentes contextos podem colaborar na construção de soluções concretas para desafios reais”.
Ao longo do ano, os membros selecionados terão acesso a sessões exclusivas de trabalho colaborativo, desenvolvimento de frameworks aplicáveis a diferentes contextos organizacionais, partilha de boas práticas internacionais e discussão estratégica focada na integração do bem-estar humano na estratégia empresarial.
A seleção dos membros será liderada por Jen Fisher, presidente do Conselho Executivo do Happiness Camp, em conjunto com um grupo internacional de líderes que têm vindo a moldar o debate global sobre sustentabilidade humana. O objetivo é garantir diversidade geográfica, pluralidade de experiências e compromisso efetivo com transformação real.
Mais de 70% dos candidatos já confirmaram presença no Happiness Camp 2026, reforçando a ligação entre esta comunidade global e o encontro internacional que terá lugar a 24 de setembro, no Porto.
As candidaturas estão abertas até 27 de fevereiro e destinam-se a profissionais e organizações dispostas a contribuir ativamente para a construção de culturas organizacionais mais humanas, resilientes e sustentáveis.







