Começa hoje o Road 2 Web Summit. O programa promovido pela Startup Portugal e pela organização do Web Summit quer apoiar 200 start-ups.
Foram hoje anunciados os primeiros grandes nomes que vão estar presentes na edição da Web Summit deste ano.
Falámos com quatro start-ups portuguesas que estiveram presentes no Consumer Electronics Show (CES) para percebermos as mais-valias, os pontos de diferenciação e os frutos que o maior evento de tecnologia do mundo trouxe aos seus projetos.
Jager McConnell é o CEO da Crunchbase, uma plataforma usada por milhões de empreendedores e investidores que querem descobrir companhias inovadoras. Depois da sua palestra “10 Steeps to fix your shitty pitch”, no Web Summit, falou com o Link to Leaders e deixou mais algumas dicas aos empreendedores nacionais.
Não sei qual o prazo do socialmente aceitável para artigos sobre o Web Summit. Sou um participante assíduo das últimas duas edições, em Lisboa, no entanto, acho que será difícil escrever algo que já não tenha sido escrito sobre este evento incrível – tão incrível como os mil “incríveis” ditos pelo Paddy Cosgrave na sessão de abertura do Web Summit e tão bem detetados por Ricardo Araújo Pereira.
Ultrapassada que está a caótica semana do Web Summit, e todos os eventos paralelos a ela associada, é possível já fazer um primeiro balanço. Não tanto do seu impacto real, que será apenas visível nos próximos meses, seja por via dos deals fechados, de speakers que voltam a outros eventos, ou de empresas que decidem instalar-se em Lisboa, mas pelo menos das sensações que me deixou...
Entrevista/ “Quero investir em start-ups portuguesas”
Maurizio Calcopietro é um investidor brasileiro que integra o Curitiba Angels- Investimentos, no Brasil. Aproveitou o Web Summit para visitar Lisboa e conhecer o ecossistema nacional de start-ups. Ao Link to Leaders confidenciou estar à procura de projetos portugueses inovadores.
Mais de uma semana depois de terminar a Web Summit falámos com alguns profissionais da área para saber o seu feedback sobre a “maior conferência de tecnologia do mundo”.
Este ano, parece que o Web Summit surgiu do nada. Senti que houve menos hype e mais um sentimento natural e autêntico em relação ao Web Summit 2017, o que é ótimo.
Durante os três dias de conferências da Web Summit houve start-ups a apresentarem, nos diversos palcos da conferência, as suas ideias ao público e a potenciais investidores. Ontem, no último dia da cimeira, foi anunciado o projeto vencedor.
Durante a Web Summit houve várias sessões que cobriram o tema da dificuldade das start-ups europeias conseguirem atingir o mesmo nível que os projetos americanos e chineses. Conheça a maior razão apontada por alguns dos oradores.
Um olhar para os próximos 10 anos: quais os mercados com mais potencial de crescimento? O desafio foi feito no último dia do Web Summit e o ministro da economia deixou algumas pistas.
















