Apesar de já ter entrado no vocabulário nacional, o termo start-up encerra muitos conceitos próprios da atividade e que, por vezes, levantam dúvidas. Eis alguns dos termos utilizados neste universo empresarial.
Antes de falarmos sobre este ano, é importante compartilhar com o leitor que as start-ups brasileiras conseguiram captar US$ 2,14 biliões no ano passado, uma alta de 13,83% sobre 2023, segundo a pesquisa realizada pelo Distrito e divulgada pelo NeoFeed. O Brasil representou 50% dos aportes realizados na América Latina. As fintechs seguiram liderando os aportes, seguidos pelas healthtechs.
A base de dados TTR, que reúne dados das rondas de financiamento públicas e privadas, estima que os projetos portugueses tenham angariado 886 milhões de euros no ano passado, mais 55% do que o montante captado em 2023.
Polónia, Estónia, Roménia e Lituânia lideram o top de países mais ativos em investimentos de capital de risco na Europa Central e Oriental em 2021, de acordo com o relatório da Vestbee, que atribuiu à empresa de software de automação de processos robóticos UiPath a maior ronda de financiamento.
O continente africano está a despertar a atenção do mercado investidor. Este ano, as previsões apontam para um aumento nos investimentos em start-ups africanas.








