A start-up portuguesa Granter alerta para os erros que levam à reprovação de projetos elegíveis em concursos europeus.
"Os fundos estruturais têm sido um dos mais poderosos instrumentos de apoio à alteração estrutural da economia e da sociedade portuguesa", explicou Cláudia Joaquim, presidente da Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C), entidade promotora da 2.ª edição da iniciativa Mostra dos Fundos Europeus.
As empresas portuguesas, independentemente da sua dimensão ou setor, enfrentam o desafio de se adaptarem a mercados em constante evolução e às tendências globais, como a transição energética, a economia circular e a exigência crescente por parte dos consumidores em relação à responsabilidade ambiental.
O Governo lançou um novo mecanismo que permite às empresas com projetos aprovados no Portugal 2030 receber até 40% do incentivo a fundo perdido em adiantamento, sem juros, comissões ou encargos. Operacionalizado pelo Banco Português de Fomento, o objetivo é acelerar a execução dos fundos europeus e aliviar a tesouraria das empresas até dezembro de 2025.
O Portugal 2030 (PT2030) possui instrumentos que acompanham todo o ciclo de inovação empresarial graduando os apoios em função da necessidade de mitigação do risco de inovação.
O Portugal 2030, com seus diversos instrumentos de incentivo às empresas, oferece várias oportunidades para mitigar riscos empresariais.
Ao abrigo do Acordo de Parceria com a Comissão Europeia, Portugal terá à sua disposição, até 2027, 24.182 M€ em fundos do novo quadro comunitário de apoio. Tão significativo envelope financeiro deve ser estrategicamente gerido, sob pena de se esfumar em investimentos sem retorno efetivo para o país.












