As ferramentas de apoio à internacionalização das PME portuguesas serão apresentadas pela Associação Empresarial de Portugal no dia 22 de março, pelas 9h30, num seminário online e gratuito. As inscrições estão a decorrer.
A Scoring vai voltar a certificar as PME que se destacaram por setor e região em 2021. As candidaturas são gratuitas e decorrem até 18 de março.
Estão a decorrer até dia 24 de março as candidaturas para a 1.ª convocatória do programa de parcerias europeias Eurostars-3. Os projetos podem responder a qualquer área tecnológica e de mercado.
O consórcio financiado pela União Europeia para ajudar as PME a digitalizarem-se iniciou uma call para que estas possam aceder a Inteligência Artificial.
A fintech europeia Mollie destaca a forma como algumas ferramentas tecnológicas podem ajudar as empresas a ter mais informação sobre os clientes e a desenvolverem os seus negócios.
Integrado no programa MINE.THE.GAP, está a decorrer o concurso europeu para a atribuição de vouchers de inovação a pequenas e médias empresas.
Ao abrigo do Acordo de Parceria com a Comissão Europeia, Portugal terá à sua disposição, até 2027, 24.182 M€ em fundos do novo quadro comunitário de apoio. Tão significativo envelope financeiro deve ser estrategicamente gerido, sob pena de se esfumar em investimentos sem retorno efetivo para o país.
O relatório da EISMEA contempla 15 países da União Europeia e incide sobre pequenas e médias empresas e start-ups.
Aramide Abe é fundadora de uma plataforma que integra 95 mil start-ups que ajudam as PME africanas. E não fica por aqui. Na Europa, gere um fundo multidoadores de 1,5 milhões de euros que investe em projetos de adaptação ao clima em África. Em entrevista ao Link To Leaders, a nigeriana fala dos planos que tem em mãos e do ecossistema empreendedor do país onde nasceu.
O Brasil é o mais recente destino de internacionalização da Ebury. Apoiar as empresas portuguesas com negócios naquele mercado é um dos objetivos da expansão.
Relatório preparado pelo Portugal Tech League alerta para o impacto negativo da proposta regulatória tanto para o crescimento de start-ups, como para o desenvolvimento de novos serviços e produtos de inteligência artificial na Europa.
A internacionalização é um assunto recorrente no debate público, mas não deve ser encarada como um mero chavão do “economês”. Na verdade, o mercado doméstico português é estruturalmente exíguo, pelo que, quaisquer que sejam os níveis de procura interna, as empresas nacionais devem procurar comercializar os seus bens e serviços no exterior, internacionalizar os seus investimentos ou mesmo abrir escritórios, sucursais ou unidades de produção em mercados estratégicos.
















