“O mais importante da mudança é sabermos o que não devemos mudar”, dizia sempre o saudoso Prof. Luis Calleja. Parece-me uma coisa muito estranha, mas atualmente tudo é possível.
Confúcio, filósofo chinês que nasceu em 551 a.C. quando refletiu sobre a velhice, teve esta frase maravilhosa: “A velhice é uma coisa boa e agradável. É verdade que somos gentilmente retirados do palco, mas depois recebemos um lugar tão confortável na primeira fila como espetadores”. Em contrapartida, ouvi alguém, recentemente, dizer que só quem se queixa sempre de dores é que é velho, porque alguém que não se queixa, conserva sempre um espírito jovem.
Estamos numa época em que ainda se vai celebrando a Páscoa em vários países do mundo. Nesta data, para os cristãos, celebra-se a morte e ressurreição de Cristo e para os judeus a libertação do povo judeu do Egipto.
Num mundo em que tanto se prega (e bem) a inclusão e a diversidade temos que saber que isto significa incluir tudo e todos e aceitar a diferença. Para mim isso é claro como água. Eu diria que é uma questão de educação, no sentido mais nobre da expressão.
Que estranha forma de vida, levamos hoje-em-dia. Vivemos num mundo global, dizem-nos. De facto, cada vez mais entristecemo-nos com quem está triste, assumimos em nós as guerras dos outros e até nos aceitamos, muitas vezes, como tendo responsabilidade pela desgraça dos outros. Tudo afeta todos e todos afetam tudo.
“O desafio da liderança é ser forte, mas não rude; ser gentil, mas não fraco; ser ousado, mas não um valentão; ser atencioso, mas não preguiçoso; ser humilde, mas não tímido; ser orgulhoso, mas não arrogante; ter humor, mas sem loucura”, Jim Rohn.
“Estou soterrado”, “não sei para que lado me vire”, “estou abaixo da tona da água”, “estou com a corda ao pescoço”, “estou a mil”, “estou até aos cabelos”, “não tenho mãos a medir”, “estou submerso”, e tantas outras expressões significam apenas uma coisa – excesso de trabalho.
Aplicar à gestão o conceito de "só olho aos fins e não olho aos meios" significa adotar uma abordagem focada exclusivamente nos resultados, sem dar a devida atenção aos processos, métodos ou valores utilizados para alcançá-los. Foi esta a resposta que o ChatGPT deu à minha pergunta.
Estava eu em S. Paulo, no Brasil, a trabalhar e saudoso da comida portuguesa, quando me levaram, segundo os meus colegas de lá, ao melhor restaurante português da cidade. Seduzido pelo menu muito português, decidi-me por um Bacalhau à Brás que eu tanto gosto e que o empregado referiu como sendo uma das especialidades da casa.
Chamo-me Pedro, é uma realidade, mas, infelizmente, e cada vez menos, não é por esse nome que sou conhecido. O pior é que não é só comigo que isso acontece. Todos estamos a ser vítimas desta situação, até o Papa acreditem!
Uma pessoa amiga chamou-me à atenção para uma notícia sobre o novo chatbot de IA, em língua portuguesa de nome Evaristo.ai e que coloca a pergunta ao utilizador "Ó Evaristo.ai, tens cá resposta para isto?" Uma lufada de humor popular português, numa novidade tecnológica que diz muito da qualidade da investigação séria que se faz em Portugal.
Conta-se a história de que no Alentejo dois compadres discutiam com os amigos a honestidade. De repente, um diz para o outro: "Eu só conheço duas pessoas irrepreensivelmente honestas. Uma é aqui o meu compadre e a outra o meu compadre que o diga!"







