Ainda se lembra quando em 2009 a Apple, a propósito do recém lançado iPhone, criou e popularizou a expressão “there’s an app for that”? O mundo do browser havia cessado como a forma generalizada de nos ligarmos e obtermos informação e conteúdos na web e, no espaço de uma década e com a massificação do smartphone, as app impuseram-se mesmo. O que tem isto a ver com o título deste artigo? Tudo.
A tecnologia é fantástica. Deixa-nos abismados não pela sua intrínseca e intrincada engenharia e a sua capacidade, mas pela veia da nossa imaginação sobre o seu potencial. Mais do que aquilo que ela faz, deixa-nos impacientes e excitados naquilo que pode fazer e, por vezes até mais, do que pode vir a fazer.
Um dos desafios atuais prende-se com a palavra digital. Apareceram os digitais. Essa nova chusma que foi entrando pelos edifícios das empresas pelos calabouços até aos pisos do board.
Este é daqueles artigos que bem poderá fazer sorrir de ironia e candura quando daqui a duas ou três décadas for revisitado.
Desde há mais de 20 anos que os bloggers foram definindo a paisagem mediática. Primeiro a digital. Hoje sem a separação pelo meio. Já para além de bloggers, storytellers, influenciadores, líderes de opinião. E a somar ao weblog, o Facebook, o Instagram, o Youtube, o Twitter, o Linkedin... A rede.







