O mercado de M&A nunca teve tanta atividade, tantos dados disponíveis e tantos intervenientes qualificados. Ainda assim, a frustração é transversal: processos longos, decisões adiadas e oportunidades que desaparecem antes mesmo de chegarem à mesa.
Num momento em que os líderes empresariais enfrentam a volatilidade dos mercados, tempos incertos, pressão sobre custos e uma aceleração tecnológica sem precedentes, o marketing deve assumir-se como um verdadeiro barómetro da maturidade da gestão.
Previsão de crescimento estava nos 20% e superou os 50% do volume de negócios, revela a empresa de digital performance, que adianta ainda que as soluções com Inteligência Artificial estarão no centro da estratégia neste novo ano.
Os colaboradores que utilizam a IA diariamente registam um aumento de 64% na produtividade, de 58% no foco e de 81% na satisfação no trabalho, avança a Salesforce que acaba de lançar o guia AI Fluency Playbook.
Ao comprar a alemã Kaia Health, a portuguesa Sword Health expande o seu alcance a mais de 100 milhões de pessoas. EUA e Alemanha são mercados alvo.
O Observatório Quidgest 2026-2027 está a recolher contributos de todos os países para compreender como a inteligência artificial e os agentes autónomos estão a entrar nos processos, decisões e operações das organizações.
Estudo global da NTT DATA revela que 15% das empresas mais avançadas têm 2,5 vezes mais probabilidade de registar um crescimento superior a 10% nas receitas e uma probabilidade 3 vezes maior de alcançar margens de lucro iguais ou superiores a 15% com iniciativas de IA.
A start-up britânica de inteligência artificial Zango nomeou Pedro Sousa para liderar a sua operação em Portugal, reforçando a estratégia de expansão da empresa no mercado nacional e a sua atuação junto de bancos, seguradoras e fintech.
A multinacional britânica anunciou uma parceria global com a startup portuguesa Augusta Labs para acelerar o desenvolvimento do seu AI Centre of Excellence, integrando talento nacional no núcleo global de engenharia de inteligência artificial da empresa.
Uma análise sobre a transição da IA da experimentação para o impacto real. À medida que entramos em 2026, a inteligência artificial deixa de ser uma promessa técnica para se tornar a infraestrutura invisível, mas omnipresente, da nossa civilização.
Bugge Holm Hansen alertou no BOOST 2026 que a Europa está a perder capacidade de definir o seu próprio futuro, ao deixar que narrativas tecnológicas externas condicionem as decisões sobre inteligência artificial, inovação e desenvolvimento económico.
Empresa com escritório em Barcelona angaria 130 milhões de euros para revolucionar o futuro da educação com IA e supervisão humana, e ganha estatuto de "unicórnio".
















