A liderança das últimas décadas, na economia como na política, tem-se apresentado como especialmente moralista. As empresas apregoam exigentes códigos de ética, anunciam-se responsáveis e sustentáveis, garantindo múltiplas preocupações beneméritas para lá do lucro.
Se a cultura woke realmente sonha com um mundo mais justo e inclusivo, é essencial que esteja aberta ao diálogo e à crítica, sem recorrer à censura ou ao ostracismo como principais ferramentas de combate às divergências.







