Quem lidera pessoas terá, mais tarde ou mais cedo, de liderar aquilo que ainda não existe: equipas híbridas, feitas de humanos e agentes. O desafio não está na tecnologia. Está no léxico com que se insiste em pensá-la.
A utilização da palavra “estratégia” devia constituir um caso de estudo: cabe em toda e qualquer frase de um pomposo relatório, é atirada para a mesa em cada discussão e serve de reforço positivo a qualquer argumento.







