“Hoje, acredito que a criatividade não é um luxo. É uma necessidade urgente. Não estamos a falar de pintar quadros numa tarde de team building. Estamos a falar de trazer sensibilidade para o centro das decisões. De permitir que as organizações respirem. De recuperar o prazer de liderar com alma!”
"As empresas portuguesas estão a reconhecer a importância da inclusão LGBTI e da diversidade enquanto componente essencial do crescimento, da inovação e da sustentabilidade de cada uma delas, contribuindo para a sua rentabilidade e influenciando a própria cultura organizacional", assegura João Mattamouros, presidente da recém criada REDI Portugal.
Entrevista/ “Os empresários portugueses são muito bons, mas podem ficar ainda melhores com inteligência artificial”
Pedro Sousa, CEO da NeoPME, acredita que a inteligência artificial pode ser a alavanca que faltava para modernizar e acelerar o crescimento das pequenas e médias portuguesas. Através de um marketplace com soluções práticas e acessíveis, a start-up quer descomplicar a tecnologia e integrá-la de forma prática no dia a dia das PME.
"No coworking, os profissionais sentem-se parte de uma comunidade, têm acesso a infraestruturas de topo e trabalham num contexto que combina foco e estímulo criativo", assegura Carlos Gonçalves, CEO do Avila Spaces.
Entrevista/ “A transparência salarial não se impõe por decreto: constrói-se com base em dados, coerência e confiança”
A Diretiva Europeia da Transparência Salarial entrará em vigor dentro de um ano em Portugal e promete transformar a forma como as empresas comunicam e aplicam as suas políticas de remuneração. Maria Palma, Senior Manager of People and Culture Consulting da CEGOC, explica o que muda, os principais desafios e como preparar o caminho para uma cultura mais justa e sustentável.
Nos últimos anos, o debate sobre a importância de diminuir o gender gap nas organizações, especialmente em cargos de liderança, tem ganho destaque. Apesar dos progressos alcançados nas últimas décadas, as mulheres continuam sub-representadas em posições de liderança, tanto no setor privado quanto no público.
46% do tempo dos gestores é gasto em tarefas manuais e repetitivas, como aprovações, papelada e seguimento de processos, segundo o mais recente estudo europeu da plataforma de gestão de recursos humanos e operações empresariais Factorial.
Numa economia global complexa e com níveis acrescidos de concorrência internacional, o gestor acaba por ganhar uma nova dimensão estratégica. O modelo tradicional de criação de valor mudou por completo e nesta fase crítica da economia portuguesa a aposta tem que ser clara – apoiar novas empresas, de preferência de base tecnológica, assentes numa forte articulação com centros de competência e capazes de ganhar dimensão global.
Este artigo é sobre gestão, acreditam? Pois, mas é. Acho que temos muito que aprender com a discussão em torno da sucessão do Papa Francisco e a entrada em funções do novo Papa Leão XIV. O que se tem passado é exatamente o que se passa quase sempre e invariavelmente nas empresas familiares, senão vejamos.
O ano fiscal de 2025 traz mudanças significativas no IRC – Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas. Para ajudar as empresas neste processo, a Rauva partilha dicas para uma submissão sem complicações.
Há pouco tempo, num projeto em que estou envolvido, sugeri contratarmos uma performance coach para trabalhar a dinâmica do work-life balance. A reação da equipa foi imediata: entusiasmo, curiosidade e, acima de tudo, vontade de ter alguém com quem pudessem falar e que os ajudasse a lidar com os desafios do dia a dia.
Esta distinção destina-se tanto a entidades públicas como a organizações privadas que tenham no mínimo de 10 colaboradores. As candidaturas são gratuitas.
















