Em 2025, aconteceu uma coisa silenciosa, mas determinante: as empresas dividiram-se em dois grupos. Não pelo sector, não pela dimensão, não pelo mercado. Dividiram-se pela forma como geriam as suas compras.
Em 2026, muitas empresas portuguesas não vão perder margem por venderem pouco, mas por comprarem tarde, às cegas e sem controlo.







