A venda de uma start-up a uma grande empresa costuma gerar muita expectativa, mas a trajetória após um "exit" raramente é tornada pública. Conheça a experiência dos fundadores da Promofarma, Ducksboard e Ticketbis.
A Fyde, que tem sede nos Estados Unidos, mas que desenvolve toda a engenharia no Porto, vai ser adquirida pela norte-americana Barracuda Networks, que desenvolve soluções de cibersegurança na nuvem, numa operação de desinvestimento da Bright Pixel, subsidiária da Sonae IM.
A empresa portuguesa HeartGenetics passou a integrar o ImpactLab Group, um negócio que também representa um exit para a Armilar Venture Partners, principal shareholder da empresa.
Com a aquisição da plataforma global de desporto, a ELEVEN reforça a sua estratégia e estabelece as bases para um novo serviço global.
Com a nova aquisição, a empresa reforça as suas capacidades cloud na península ibérica e o apoio à transformação digital dos clientes.
Aquisições e vendas continuam a marcar a atualidade nacional e internacional. Uma joint venture entre as portuguesas A4F e Green Aqua comprou a Solvay Portugal. Já a SIBS deu mais um passo no caminho da expansão internacional. Depois da entrada na Polónia, entra na Roménia, com a compra da tecnológica Romcard/Supercard.
O site, que foi lançado em plena pandemia, já tem mais de 11 mil livros disponíveis. Qualquer pessoa pode registar-se.
O grupo espanhol de combustíveis anunciou compra da PRIO aumentando assim a sua presença no mercado português.
O Facebook Accelerator: Commerce é um programa de 12 semanas que pretende apoiar start-ups da região EMEA que melhorem a experiência de compra, quer dos compradores, quer dos vendedores. As inscrições estão abertas até 31 de agosto.
A B-Part, start-up portuguesa de reciclagem de peças de automóveis que fazia parte do portefólio da Portugal Ventures desde 2014, acaba de ser adquirida pelo Grupo PSA. O montante investido não foi revelado.
A Livraria Lello formalizou a compra do Teatro Sá Bandeira por 3,5 milhões de euros, com a assinatura da escritura. Já a Corticeira Amorim comprou mais 30% da produtora sueca de tops de madeira para rolhas capsuladas, utilizadas por grupos da indústria de bebidas espirituosas, a Elfverson & Co AB.
Depois da desistência da Cofina, a quem se tinha juntado para comprar a Media Capital, o empresário dono da Douro Azul assegurou a “negociação exclusiva” de 30,22% do capital do grupo dono da TVI. Do lado das Tecnológicas, a Novabase passa a deter a totalidade da empresa de tecnologia de comunicações Celfocus.

















