A fintech anunciou ontem a entrada nos Estados Unidos. Abriu escritórios em Nova Iorque e São Francisco.

A Revolut passou as fronteiras europeias e lançou a sua plataforma financeira e os seus cartões de débito Estados Unidos da América. Assim, desde ontem, que os utilizadores norte-americanos podem criar uma conta Revolut a partir do telefone. Depois de fazerem o download da aplicação (iOS ou Android), os clientes apenas têm de inserir os dados pessoais e enviar os documentos de identificação solicitados.  Verificada em poucos minutos, a conta é aprovada sendo enviado para os clientes os detalhes da conta, que podem ser usados para fazer pagamentos ou domiciliar o salário, por exemplo.

Os clientes também podem gastar e transferir dinheiro, globalmente, à taxa de câmbio interbancário, manter e trocar 28 moedas a partir da app e fazer levantamentos em mais de 55 mil ATM, nos Estados Unidos e globalmente, sem taxas.

Do ponto de vista de segurança, e à semelhança do que acontece no mercado europeu, os clientes dos EUA podem congelar e descongelar os seus cartões a partir da aplicação, ativar e desativar funcionalidades de pagamento, como contactless, pagamentos online e levantamentos em caixas multibanco para aumentar a segurança.

A Revolut oferece ainda um cartão virtual descartável a quem faz compras online. Os detalhes do cartão são atualizados sempre que é processada uma compra, inibindo assim utilizações indevidas.

Com a entrada no mercado norte-americano, com escritórios em Nova Iorque e São Francisco, fintech britânica  que já soma mais de 10 milhões de clientes no Reino Unido e na Europa, alarga assim a sua área geográfica de intervenção. Lançada em 2015, a Revolut tem por base uma plataforma financeira  inovadora que permite aos clientes gerir e controlar o seu dinheiro, gastá-lo e transferi-lo sem as habituais elevadas taxas cobradas pelos bancos. Ao longo dos anos tem adicionado novas funcionalidades ao inicial serviço de câmbio, que vão desde negociação de ações sem comissão, criptomoedas ou produtos business. 

Comentários