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Pedro Cilínio

Pedro Cilínio

Atualmente partner da Craftgest Consulting, depois de, entre dezembro de 2022 e novembro de 2023, ter passado pelo cargo de secretário de Estado da Economia. Possui mais de 25 anos de experiência na conceção, implementação e gestão de sistemas de incentivos para o I&D, inovação, Qualificação de PME e internacionalização, consolidada em várias funções de coordenação e direção no IAPMEI e na AICEP (ex-ICEP) onde promoveu vários projetos de transformação digital ligados à gestão de sistemas de incentivos, tendo sido membro da Comissão Técnica dos Sistemas de Incentivos no âmbito do enquadramento nacional dos sistemas de incentivos às empresas. É especialista em políticas públicas para a competitividade, inovação, estratégia, avaliação de projetos e empresas, fundos europeus e auxílios de estado, tendo participado ativamente na elaboração da ENEI - Estratégia Nacional de Especialização Inteligente 2020. Foi perito nacional no Comité do Programa Europa Digital junto da Comissão Europeia. Participou em órgãos sociais de diversas entidades, destacando-se a InovCapital SCR onde foi membro do Conselho Fiscal, o CEDINTEC onde foi vice-presidente do Conselho de Administração e o Centro Tecnológico da Cortiça onde foi presidente da Comissão de Fiscalização e, posteriormente, vogal do Conselho de Administração. É licenciado em Engenharia e Gestão Industrial (Instituto Superior Técnico), tem um mestrado em Gestão Industrial (Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa), possui um Executive MBA no INDEG-ISCTE e ainda um mestrado em Gestão de Empresas pelo ISCTE-IUL com tese em Inovação Colaborativa.

A indústria 4.0 é para todos

A digitalização da economia, que se tem chamado de Indústria 4.0, tem permitido uma maior integração entre empresas e o desenvolvimento de novos modelos de negócio, num contexto atual de mutações rápidas imprevisíveis no mercado. Faz por isso cada vez mais sentido olhar para uma cadeia de valor como um conjunto de atividades e empresas que se complementam e que formam uma única entidade virtual.

10 formas de promover a colaboração para a inovação entre os colaboradores

A capacidade da empresa para reconhecer o valor de conhecimento externo e de o assimilar para depois o poder aplicar na empresa, depende da capacidade dos seus colaboradores disseminarem internamente o conhecimento adquirido, através das práticas de colaboração internas da organização.

A proteção de dados pessoais e a capacidade de inovação

A rápida evolução tecnológica nomeadamente ao nível da capacidade de processamento de dados e a emergência das novas plataformas que suportam o relacionamento social e o desenvolvimento das economias de partilha, trouxeram novos desafios na preservação de direitos fundamentais dos cidadãos relacionados com a posse, utilização e proteção dos seus dados pessoais.

Colaboração, uma competência chave para inovar

Uma das principais contribuições para o tema da gestão da inovação nas empresas teve origem em Richard Nelson que em conjunto com o seu colega Sidney Winter desenvolveu uma nova abordagem ao processo de crescimento económico (Nelson & Winter, 1982).

A inovação e o desempenho das empresas

O conceito de inovação está inerentemente associado à natureza humana, enquanto propensão natural para pensar e experimentar novas e melhores formas de fazer coisas.

A importância da colaboração para a inovação

Num mercado cada vez mais global onde os custos de transação se esbatem com a otimização dos processos logísticos e a redução das barreiras ao comércio internacional, as empresas debatem-se com crescentes dificuldades na criação de vantagens competitivas no mercado.