O mês de maio foi marcado pela compra da Verità, empresa norte-americana que fornece serviços a empresas de telecomunicações, pela Constructel, do grupo Visabeira, e pela aquisição da portuguesa Catelhana pela italiana Dils, que entra assim no mercado imobiliário português.
O Beato Innovation District, em Lisboa, foi a localização escolhida para o centro de tecnologias criativas se instalar na capital, depois de Coimbra.
Investir em projetos de base tecnológica com um alto potencial de crescimento e valorização, e na vanguarda da inovação Web3 em turismo e hotelaria, é o foco da Call WIT, da Portugal Ventures.
O programa de inovação destina-se a PME e start-ups com soluções na área da mobilidade.
Grupo liderado pelo INESC-ID, pela Fundação Champalimaud e pela Unbabel apresenta o Bridge AI para capacitar a sociedade portuguesa e os decisores públicos para a literacia em IA. O projeto conta a participação dos maiores especialistas internacionais no tema como Allaine Cerwonka, Virginia Dignum ou John Krakauer.
Este mês lançámos o desafio à Unicorn Factory Lisboa de eleger a start-up do mês. A escolhida foi a Oscar, a aplicação portuguesa de serviços para a casa, que acaba de angariar 6 milhões de euros para acelerar a sua expansão internacional.
No dia em que se assinala o Dia Internacional da Saúde Feminina a Medicare lança um olhar mais atento sobre o estado de saúde da população portuguesa, com especial atenção nas mulheres portuguesas, que revelam dados mais preocupantes em comparação com o sexo masculino.
Estão abertas as candidaturas para a 3.ª edição da competição Startup The Future, da Galp, que procura apoiar propostas que acelerem a descarbonização. A empresa irá financiar o desenvolvimento de um projeto piloto e levar as start-ups vencedoras ao Web Summit 2024.
Estudo da BCG revela que apenas um terço das sociedades empresariais transfronteiriças considera transferir os projetos, renegociar termos ou abandonar as parcerias devido a tensões geopolíticas globais.
Muitos ainda se recordarão do acrónimo VUCA que esteve na moda há cinco ou seis anos. Dizia-se, na altura que o Mundo era VUCA – Volatile, Uncertain, Complex, Ambiguous. Muito mudou, desde então.
Em entrevista ao Link to Leaders, Verónica Orvalho, fundadora e CEO da Didimo, fala da campanha de angariação de fundos a que se juntou para melhorar a acessibilidade à educação de crianças e jovens e que a vai levar no dia 15 de junho a subir a montanha mais alta de África, das áreas que mais a apaixonam e dos projetos para o futuro.
A empresa quer desenvolver a sua tecnologia de prolongamento do prazo de validade dos alimentos e está interessada em parcerias internacionais com especialistas em tecnologia alimentar.
