A nossa diáspora é um dos principais ativos nacionais. De facto, Portugal é hoje um pequeno estado-nação no canto ocidental da Europa mas, fruto das vicissitudes da nossa história, somos bem mais (e bem maiores) do que isso.
“A melhor forma de prever o futuro é criá-lo”- Alan Kay. Todos concordaremos que, no mundo do trabalho, os conhecimentos e competências do presente não são iguais aos do passado. E serão diferentes do futuro. A grande questão, explorada por sociólogos e tecnólogos, é que o tempo acelerou, pautado pelo ritmo da mudança.
"Ver longe é uma coisa, chegar lá é outra…” - Constantin Brancusi. Sempre fomos um País dado a análises, diagnósticos e sentenças estratégicas. Nem sempre rigorosas, mas habitualmente demoradas. Com muitos comentadores e treinadores de bancada. Dizendo que é para “ali” ou para “acolá”. E depois mudando de ideias, embalados pelos ciclos políticos e económicos. Mas, infelizmente, pouco dado a executar e, como se diz vulgarmente, “fazer acontecer”.
Alguém me questionava numa conferência, há umas semanas, “como estamos de lideranças em Portugal?”. A resposta daria para um tratado antropológico e sociológico para o qual não teremos tempo nem espaço. Mas posso, pelo menos, escrever uma primeira parte.
Todos concordaremos que as cidades, como polos de atracção e inovação social, têm e continuarão a ter um papel importantíssimo no desenvolvimento humano.
Todos concordarão que as marcas são fundamentais nas sociedades atuais. Pelo seu carácter simbólico, imediatista e sintético, facilitam a identificação, a notoriedade e o envolvimento emocional.
