Casafari, Forall Phones e Aircourts lideram lista das 25 start-ups mais promissoras em 2021

Já são conhecidas as start-ups portuguesas mais promissoras de 2021. A quinta edição do Scaleup Portugal Report foi revelado no final da semana passada, um relatório que envolveu a Informa D&B, o EIT Digital, a BGI, a Semapa/Next e a Maze.

Casafari, Forall Phones e Aircourts ocupam os três primeiros lugares da lista das 25 start-ups mais promissoras deste ano. O Scaleup Portugal Report – uma análise que cumpre a sua quinta edição e que contou com uma parceria entre Informa D&B, EIT Digital, BGI, Sempa/Next e Maze – reúne o Top 25 das melhores start ups/scaleups em Portugal procurando também identificar quais os aspetos do seu perfil que as tornam bem-sucedidas.

Assim, e depois de analisar 570 empresas, o relatório chegou às 25 mais promissoras. Além de terem de ter sido fundadas entre 2016 e 2021, foram selecionadas de acordo com o total do capital arrecadado, receitas, e empregos criados.  As start-ups/scaleups que integram o Top 25 são sobretudo provenientes de quatro verticais: ICT, Consumo e Web; MedTech e Health IT; e Cleantech & Industry 4.0

O relatório conclui que, entre 2016 e 2021, o Top 25 arrecadou um total de 195.050.423 euros, o que representa um aumento de 65% no dinheiro angariado face a 2020 (ou seja, 117.818.347 euros). Também são responsáveis por 84% do dinheiro angariado pelas start-ups portuguesas fundadas entre 2016 e 2021. Por sua vez, o montante angariado pelas scaleups do top é 19 vezes superior à média arrecadada pelas start-ups portuguesas.

O ranking de 2021 integra 15 novas empresas, a saber: Casafari, TB. LX, Mindprober, Sensei, Coverflex, Digital Manager Guru, Kitsch, Sound Particles, Glartek, Automaise, Tesselo, GoParity, Wegho, Twoosk e Live Electric Tours.

De acordo com o Scaleup Portugal Report, o Top 25 é “apenas uma pequena representação do ecossistema de start-ups portuguesas, mas mostra o potencial de crescimento do ecossistema”. Estas empresas também geraram receitas totais estimadas em 68.706.032 euros, o que implica uma média de 2.748.241 euros por start-up. Por outro lado, as scaleups em destaque na lista de menções honrosas (ou seja, start-ups com mais de cinco anos, mas menos de 10) arrecadaram coletivamente 828.016.000 euros.

Os resultados do relatório evidenciam também que as start-ups portuguesas estão a conseguir atrair investidores. Mais: 70% do dinheiro angariado pelo Top 25 foi através de fontes estrangeiras. Destaque para o facto de apenas uma start-up da área médica e de saúde constar no Top 25 deste ano.

RANKINGS  SETORIAIS 

Comentários

Artigos Relacionados