Têm entre 25 e 45 anos, maioritariamente mulheres e de diferentes áreas de atividade. Estes são algumas das características do perfil tipo de quem procura bootcamps de programação.

Os bootcamps de programação são cada vez mais procurados por quem está a equacionar uma mudança profissional. A conclusão é da Ironhack, escola de formação em tecnologia que, com o objetivo de analisar o crescimento desta nova tipologia de ensino no mercado português, desenvolveu uma pesquisa, com base na sua experiência, para traçar o perfil dos alunos que optam por bootcamps, averiguando qual o seu background e quais as suas motivações.

Assim, do conjunto dos alunos que passaram pela escola no ano passado, 63% tinha como finalidade uma reconversão profissional para a área tecnológica. São de backgrounds distintos e que vão desde economia, gestão e contabilidade, até marketing e comunicação, arquitetura, artes plásticas ou design e humanidades.

Em relação à média etária, esta ronda os 25 e os 34 anos (no regime full time ), e os 35 e 45 (a tempo parcial). Por outro lado, 53 % são mulheres e 47% são homens. Depois dos portugueses, as nacionalidades dominantes entre os alunos são a brasileira, alemã, norte-americana e inglesa.

Esta análise revela ainda que o público feminino se direciona, sobretudo, para UX/UI Design e Data Analytics, ao contrário do público masculino que opta preferencialmente por Web Development.

Globalmente, a Ironhack registou uma preferência pelas formações em Web Development (52%), seguidas das de UX/UI Design (29%) e de Data Analytics (19%). Os cursos em full time (que têm a duração de nove semanas) foram procurados por 89% dos alunos da escola. Atualmente estão a decorrer inscrições, até sábado dia 25, para a segunda edição dos bootcamps em regime part-time de Web Development e Data Analytics.

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