Executivas portuguesas internacionalizam para o Médio Oriente
A comunidade Executive Tea Club já tem uma presença ativa no Dubai (Emirados Árabes Unidos) e no Bahrein para abrir portas as portas a negócios de empresas e marcas.
Aproximar empresárias portuguesas de líderes estabelecidas no Médio Oriente, apoiar processos de internacionalização de empresas portuguesas, promover marcas nacionais, desenvolver parcerias, abrir portas a novos mercados e dar visibilidade a mulheres com conhecimento, são algumas dos objetivos do Executive Tea Club (ETC) com a estratégia de internacionalização em curso.
Para já com presença ativa no Dubai (Emirados Árabes Unidos) e no Bahrein, a comunidade Executive Tea Club apoia-se numa plataforma digital bilingue que aproxima mulheres executivas de diferentes culturas e mercados.
O Executive Tea Club posiciona-se como comunidade feminina de networking reflexão estratégica e desenvolvimento pessoal para mulheres executivas. Há três anos a unir profissionais em cargos de topo, começou com 28 executivas e atualmente já mobiliza mais de 530 mulheres, entre administradoras de empresas, diretoras-gerais, gestoras, CEO, consultoras, médicas, advogadas, contabilistas e especialistas das áreas financeira, tecnológica, imobiliária, comunicação, educação, saúde, diplomacia, hotelaria, turismo, cultura, política e indústrias criativas. Todas ligadas por uma visão comum: “liderar com sofisticação, consciência, influência e impacto”, sublinha Raquel Mota Pinto, empresária e cofundadora do ETC. A presença no Médio Oriente, explica, foi possível “graças à presença de mulheres com conhecimento local, sensibilidade cultural e forte ligação às comunidades empresariais”.
No Dubai, a embaixadora do ETC “permitiu desenvolver o polo com maior proximidade e compreensão do mercado”, enquanto no Bahrein a congénere portuguesa “está a construir uma rede feminina qualificada, internacional e alinhada com os valores da comunidade”, frisa cofundadora do ETC. Salienta ainda que as duas geografias representam muito mais do que dois mercados com potencial de crescimento. São “uma forma de olhar para o mundo”, com ambição, abertura, criatividade e “coragem para transformar aquilo que parece improvável em algo possível”, salienta. Acrescenta que “trata-se de mercados cosmopolitas, multiculturais e com uma forte presença de expatriadas, empresárias, investidoras, executivas e profissionais de várias nacionalidades. Esta diversidade está totalmente alinhada com a missão do Executive Tea Club, de construir pontes entre culturas, negócios e geografias”, complementa.
Para já, e em território nacional, Executive Tea Club possui polos ativos em três distritos (Porto, Lisboa e Aveiro), mas quer expandir o conceito e dinamizar altos quadros e empresárias em cidades dos 18 distritos.
Paralelamente à estratégia de expansão em marcha, o ETC reforçou a proximidade entre as mulheres membros com o lançamento de uma App (Android e iOS), durante a celebração do terceiro aniversário, em junho. Bilingue (em português e inglês), a aplicação facilita a comunicação à distância entre as executivas e possui funcionalidades que permitem partilhar negócios e pedir ajuda especializada às diferentes profissionais que fazem parte da comunidade, além de uma biblioteca digital sobre diferentes temas , entre os quais liderança, gestão, comunicação, marketing, inteligência artificial, finanças, desenvolvimento pessoal e networking.
“A nossa app permite que nos conheçamos melhor, possibilitando identificar áreas de especialidade, interesses, objetivos e afinidades, mantendo vivas as ligações iniciadas nos eventos. É uma extensão tecnológica da comunidade e um espaço de conexão livre e consciente”, conclui Raquel Mota Pinto.







