ABANCA Portugal reforça aposta na proximidade com os clientes
O novo segmento Personal Banking é dirigido a clientes affluent e reforça a estratégia de crescimento do ABANCA através de um modelo de acompanhamento mais próximo, personalizado e especializado.
O Personal Banking é um novo segmento criado pelo ABANCA Portugal que combina soluções de poupança e investimento, condições preferenciais de financiamento e um conjunto de vantagens exclusivas para a gestão financeira do dia a dia. Destina-se a clientes com recursos iguais ou superiores a 50 mil euros ou com salário domiciliado a partir de 3 mil euros e disponibiliza uma proposta de valor diferenciada. A oferta do novo segmento inclui a Conta Personal, cartões de débito e crédito Gold, benefícios na gestão corrente, vantagens em operações de investimento, acesso a serviços exclusivos e condições preferenciais em soluções de crédito habitação e crédito pessoal.
“Os clientes procuram hoje muito mais do que produtos financeiros competitivos. Procuram um banco que conheça os seus objetivos, compreenda as diferentes fases da sua vida e seja capaz de prestar um aconselhamento verdadeiramente personalizado”, afirma Antónia Rocha, diretora do Personal Banking do ABANCA Portugal.
Foi precisamente para responder a essa evolução que o ABANCA Portugal criou o Personal Banking, um lançamento que integra a estratégia de crescimento do banco no mercado português e traduz-se na criação de uma equipa dedicada de assessores especializados que, em articulação com a rede de agências, disponibilizam mais tempo para o aconselhamento estratégico e para a construção de soluções ajustadas às necessidades de cada cliente.
“Acreditamos que o futuro da banca passa por relações cada vez mais próximas e duradouras com os clientes. O aconselhamento especializado, aliado à capacidade de antecipar necessidades e acompanhar projetos de vida, será um dos principais fatores de diferenciação da banca nos próximos anos. É essa visão que queremos materializar no ABANCA Portugal através do PersonalBanking”, conclui Antónia Rocha.







