Hoje em dia o mundo anda, corre, voa a uma velocidade estonteante. O que hoje é evoluído, amanhã está obsoleto, sem interesse para os seus antigos consumidores. É a lei do mercado.

Somos surpreendidos constantemente pela evolução das coisas. E no mundo digital mais ainda. Por exemplo, os engenheiros que inventaram a internet em 29 de outubro de 1969, não tiveram bem consciência de como a internet iria mudar o mundo. É o que eu chamo de revolução silenciosa.

O seu criador foi Leonard Kleinrock que dirigiu uma equipa de informáticos. Mais tarde foram intitulados como “Os pais da internet”. Graças a essa invenção, o mundo deu um pulo como nunca tinha acontecido em toda a sua longa história. E isto tudo aconteceu em 48 anos.

Em meados de 1970, as empresas multinacionais, as universidades com prestígio, os bancos e o exército de algumas potências mundiais tinham poder económico para comprar computadores. Lembro que eram caixotes enormes. Até ao final dos anos 70, reinavam de forma absoluta os mainframes, computadores enormes, trancados em salas refrigeradas e operados apenas por poucos. A maioria dos escritórios funcionava mais ou menos da mesma maneira que no começo do século. Arquivos de metal, máquinas de escrever, papel carbono e memorandos faziam parte do dia a dia. Isto aconteceu há 39 anos.

Segundo o Computer History Museum, o primeiro “computador pessoal” foi o Kenbak-1, lançado em 1971. Tinha 256 bytes de memória e foi anunciado na revista Scientific American pela quantia de quase 1000 euros. Só servia para projetos educativos (como todos na época).

A ligação à internet demorava muito mais tempo, era muito lenta. Jim Philips era o presidente da Motorola em meados dos anos 90, quando criou uma forma para acelerar a internet. Utilizar os cabos do telefone, tornava um modo de alta velocidade e podia-se descarregar áudio e até vídeo.

Uma vez ligado, podia aderir a grupos de discussão e até enviar emails. Uma linha telefónica subiu ao topo mundial: AOL – América online. Colocou o “mundo normal” a utilizar a internet e a criar um serviço fácil de usar, útil e divertido. A internet seria útil na vida das pessoas. Em finais dos anos 90, metade de todos os CD’s produzidos no mundo eram da AOL. Os utilizadores descobriram novas formas de se encontrarem. Criaram o email, comunicações em tempo real, salas de conversas e criaram as mensagens instantâneas e grupos com interesses em comum. O mundo estava a mudar e não sabia.

O Facebook foi criado em 4 de Fevereiro de 2004 só para os Estados Unidos. Todos os meses, quase 2 mil milhões de pessoas entram nesta rede social. Em 2009 foi avaliada em 4 mil milhões de dólares. Já se torna difícil de imaginar a vida antes dele. Quem não colocou um gosto? A plataforma online que mudou a nossa forma de comunicar, do email à partilha de conteúdo das nossas vidas. E mesmo que desaparecesse de um dia para o outro, mudou para sempre a forma como nós comunicamos.

O Youtube foi criado em 14 de Fevereiro de 2005 e por aí adiante. Mas parece que as redes sociais existiram sempre, verdade?

A internet por via das redes sociais, tornou-se no nosso recurso para tudo, notícias, movimentos sociais ou divertimento por qualquer razão.

Convido a analisar estes dados que se encontram facilmente na internet (que já deve estar ultrapassada):

É o número de emails por dia: 163,947,235,103.
É total de WEB por dia: 1,076,997,001.
O número de internet utilizada no mundo inteiro: 3,451, 567,328.
Número de vídeos vistos por dia no YouTube: 8,167,379,744.
O número de fotos por dia no Instagram: 46,296,135.
O número de tweets por dia: 458,701,178.
Posts de blogs escritos por dia: 3,264,727.
Utilização do Google por dia: 3,509,624,432
Imensa atividade global pelos internautas.
Em cada segundo, são feitos 6.000 tweets.
100 mil milhões de pesquisas por mês no Google.
42 mil atualizações de estado, são feitas pelo facebook por dia.

Repararam nas imensas oportunidades que temos entre mãos? Criaram-se novas necessidades e novas classes de emprego nasceram nos tempos de hoje.

A internet não é um mar de rosas, tem uma parte também muito negativa. Mas também não devemos culpar a internet da malícia de algumas pessoas. A internet global é tão infinitamente acessível e os maus intervenientes podem surgir de qualquer lado, faz parte das nossas vidas. No fundo, reflete e amplia o bom, o mau e o feio, mentiras do quotidiano atual.

Hoje, a internet está em todo lado. Influencia-nos e está perto de nós.

Analisemos o seguinte: quando vamos ao Google, aparecem 10 resultados. Quem escolhe esses resultados? Porque confiamos num sistema que desconhecemos? Serão as melhores escolhas para nós? Outra curiosidade é o facto de 50% dos cliques irem para os três/quatro primeiros resultados. A maioria das pessoas nem passam da primeira página e a classificação de pesquisa causa impacto na decisão que as pessoas tomam em tudo.

Já reparou como está situada a sua MARCA empresarial? Tudo depende de um motor de busca.

Atenção, o Google criou o seu algoritmo e, de vez em quando, muda as cartas do jogo, as classificações mudam consoante as necessidades do nosso grande amigo – Google.

O Google sabe imenso sobre nós e faz parte da vida de todos nós. O Google influencia-nos e faz das MARCAS que trabalham para ele, potenciais lideres de mercado. É fundamental nestes tempos modernos, termos a clarividência de que tudo mudou com a internet e que temos de estar atentos.

Aconselho vivamente a fazer um SEO na sua empresa no campo digital (é o conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas de resultados orgânicos nos sites de busca no Google). Isso provoca maior notoriedade, portanto maiores necessidades e, claro, mais vendas. É isso que deseja?

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Liz Silva é presidente da AMA Empresarial – Associação de Marketing e Atitude Empresarial, proprietário do conhecido Projeto “Liz Silva - Palestras, Workshops e Treinos de Marketing & Negócios” e CEO de uma empresa de Marketing Estratégico. Empreendedor nato, é... Ler Mais