As regras que, regularmente, Bruxelas e a Comissão Europeia emitem, inventam e propalam são um dos factores mais perniciosos à competitividade da economia europeia e à promoção da capacidade criativa das nossas economias.
"A Europa tem estado a trabalhar para um mercado europeu de energia, em particular de energia elétrica, que seja mais previsível em termos de preços e que possibilite a concretização de todos os projetos renováveis previstos nos diferentes planos nacionais. O problema é que tudo é feito a um ritmo muito lento", afirma João Nuno Serra, presidente da ACEMEL.







