A gestão moderna tem um vício curioso: a paixão por acrónimos. Da clássico SWOT à recente OKR, passando por PEST, AIDA, RACE, NPS, VRIO, SMART ou ESG, parece que, para cada dilema empresarial, há sempre uma sigla salvadora pronta a entrar em cena. O problema é que, na maioria dos casos, estas ferramentas servem mais para robustecer relatórios e apresentações do que para gerar impacto real na vida das empresas.
Depois de 14 anos na banca, Susana Torres decidiu virar a página e arriscar um caminho sem garantias, mas com um propósito claro: ajudar pessoas a atingirem o seu máximo potencial. Hoje, é uma das coaches de alta performance mais reconhecidas em Portugal, com um percurso que passa pelo desporto de elite, pelo mundo empresarial e até pela integração da Inteligência Artificial no desenvolvimento humano.
Uma das principais competências de uma pessoa virtuosa, é a sua capacidade de reconhecer, a cada momento, que certos comportamento e atitudes próprias, e mesmo estratégias de vida, não estão a ser…virtuosas.
Para promover uma transformação digital centrada nas pessoas, responder às necessidades do mercado e aos desafios atuais, a Experis identifica algumas estratégias que as empresas podem adotar.
Evitar desafios, não pedir feedbacks ou minimizar as conquistas são comportamentos que podem estar a dificultar o seu progresso profissional. Identifique-os e melhore a sua carreira.
Uma pesquisa norte-americana mostra que apenas 20% dos profissionais têm um melhor amigo no local de trabalho e que os funcionários com laços estreitos são 43% mais comprometidos e 27% mais satisfeitos com seus empregos.
O Governo lançou um novo mecanismo que permite às empresas com projetos aprovados no Portugal 2030 receber até 40% do incentivo a fundo perdido em adiantamento, sem juros, comissões ou encargos. Operacionalizado pelo Banco Português de Fomento, o objetivo é acelerar a execução dos fundos europeus e aliviar a tesouraria das empresas até dezembro de 2025.
Mais do que apenas investir em empresas com boas práticas ambientais, sociais e de governação (ESG), o capital de risco pode — e deve — assumir um papel ativo na condução das transições sustentáveis.
Entrevista/ “A silly season pode ser também um período estratégico para reforçar a autonomia e a confiança nas equipas”
"Um dos erros mais comuns é não planear com antecedência as ausências e sobrecarregar os colaboradores que permanecem a trabalhar, sem o devido reconhecimento ou suporte", alerta Ana Correia, Human Resources & Employer Branding Lead da Zühlke Portugal, a propósito dos desafios que as empresas enfrentam no período de férias.
Sistema de Incentivos à Competitividade Empresarial (SICE) – Inovação Produtiva acaba de abrir candidaturas para as regiões Norte, Centro, Alentejo e Algarve.
Entrevista/ “A transformação digital está a redefinir completamente o conceito de aprendizagem organizacional”
Joana Teixeira, Head of Digital Learning da Cegoc, defende que as Academias Digitais Corporativas são hoje peças estratégicas para as empresas. "Não estamos a falar de meros repositórios de conteúdos, mas de plataformas vivas onde o conhecimento flui em múltiplas direções, potenciado por tecnologias adaptativas", frisa.
Pode a concentração dos trabalhadores estar em risco? A Adecco partilha técnicas de foco para reforçar a produtividade em contextos híbridos e remotos.
















