A transição de carreira representa um dos momentos mais desafiadores na trajetória profissional de qualquer pessoa. O momento de saída de uma empresa pode desencadear sentimentos de insegurança, ansiedade e até mesmo abalar a autoestima, tornando a saúde mental um aspecto central a ser cuidado durante esse processo.
As teorias económicas ainda dominantes, sustentadas no paradigma do Homo Economicus, partem do pressuposto de que as pessoas tomam decisões racionais com base numa clara noção dos seus próprios interesses.
O velho ditado que dá título a este texto, muito conhecido de todos, expressa bem uma crença tradicional sobre as relações humanas, segundo a qual a proximidade física e a proximidade emocional andam necessariamente de mãos dadas, sendo que uma, a proximidade emocional, está intrinsecamente dependente da outra.
Descobrir de que forma a inteligência emocional pode salvar e ensinar os leitores a aplicá-la para viverem mais felizes, é o desafio do livro “Salva-Vidas”.
O bem-estar emocional dos colaboradores parece estar cada vez no centro das prioridades das empresas, de acordo com um estudo da Aon.
No exigente mercado da atração de talento especializado – em particular, no âmbito das competências digitais e tecnológicas – o recurso a múltiplas formas de comprometimento com os profissionais ganha especial relevo.










