A cibersegurança é uma das grandes preocupações para os líderes empresariais, mas 68% consideram que a sua empresa está protegida, adianta o recente relatório da Mazars.
Nos últimos meses, tem vindo a público uma vaga sem precedentes de ciberataques com sucesso a empresas com impacto direto na operação do país: operadores de telecomunicações, de comunicação social, de unidades de saúde e até cadeias de supermercados. Dá a sensação de que ninguém fica imune às pretensões dos criminosos.
A portuguesa Sonae IM liderou a ronda de financiamento promovida pela SafeBreach, uma plataforma pioneira no mercado de simulação de ataques cibernéticos e fuga de dados.
Retalho, serviços financeiros, manufatura, administração pública e saúde são os setores mais afetados por ataques cibernéticos, segundo o Relatório de Defesa Digital da Microsoft.
O relatório da Marsh mostra que os ataques maliciosos representaram 80% dos sinistros cibernéticos na Europa em 2020.
O relatório sobre Maturidade Digital em Cibersegurança, elaborado pela Minsait e pela SIA, revela que 90% das empresas não têm profissionais especializados em cibersegurança.
À semelhança de anos anteriores, os especialistas da Kaspersky analisaram os principais desenvolvimentos na área da cibersegurança dos últimos 12 meses e definem tendências para o próximo ano.
Um inquérito promovido pela Dashlane revela que em Portugal três em cada 10 start-ups reconhece ter sido alvo de um ataque informático. O phishing lidera a lista.
Ataques cibernéticos, retenção de talentos, instabilidade política ou social e eventos climáticos extremos são alguns dos riscos que as empresas portuguesas destacaram para 2020. Os resultados são do estudo “A Visão das Empresas Portuguesas sobre os Riscos 2020”.
O CEO da Amazon e o homem mais rico do mundo foi vítima de um ataque que lhe roubou os dados pessoais do telefone. Qualquer um está sujeito ao mesmo tipo de vulnerabilidades, mas há formas de se proteger. No dia Europeu da Proteção de Dados aprenda a defender-se.













