O programa internacional de aceleração de start-ups no âmbito das ciências da saúde, da Zambon, procura soluções digitais que ajudem a definir o futuro da saúde.

A Z-Cube, a empresa de investigação da Zambon ( multinacional químico-farmacêutica que se centra na inovação e no desenvolvimento), anunciou a 4.ª edição do Open Accelerator, este ano especialmente focado nas tecnologia digitais.

As start-ups do setor das ciências da saúde podem candidatar os seus projetos a este programa internacional até 20 de julho. Os projetos apresentados deverão enquadrar-se em quatro setores tecnológicos principais: tecnologias digitais para o bem-estar, o diagnóstico, a prevenção, monitorização e terapêutica e, também, tecnologias digitais para a digitalização dos ensaios clínicos.

As soluções selecionadas pelo júri da iniciativa farão parte de um programa de aceleração intensivo, a realizar entre outubro e novembro, subdividido em sessões online personalizadas e sessões presenciais que terão lugar no campus científico Open-Zone, nos arredores de Milão, Itália. Os melhores projetos, até um máximo de três, receberão um financiamento de até 100 mil euros no final do programa, em dezembro.

Elena Zambon, presidente da empresa e criadora do programa de aceleração, afirmou que o Open Accelerator confirma “a sua vontade de apoiar as start-ups mais jovens, ajudando-as a transformar projetos promissores em soluções concretas para os doentes”.

Este ano, para tentar transformar a emergência da COVID-19 numa oportunidade de crescimento para o sistema de saúde, a Z-Cube lança também um desafio especial: a criação de uma categoria pensada para enfrentar o cenário mundial atual, designada Special Challenge. Nas edições anteriores, o Open Accelerator recebeu mais de 200 candidaturas de start-ups de 20 países.

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