Num contexto destes em que vivemos atualmente, em pleno clima de guerra, precedido de uma pandemia e com sinais cada vez mais evidentes de uma crise económica e humanitária a uma escala global, não faria sentido de falar de outra coisa senão de Pessoas.
São já muitos os momentos na história – por disrupção tecnológica, por ameaça de novos entrantes mais ágeis e capazes, ou por instinto de sobrevivência – que as empresas foram e são obrigadas a transformar a sua atividade. Mas são também vários os momentos destes em que vemos as mesmas empresas a fracassar, a deixar passar a oportunidade de fazer diferente, a comunicar para fora que a empresa está em processo de transformação, mas a fazer tudo igual para dentro.
