No passado mês de janeiro foi publicado o Índice de Qualidade de Vida na União Europeia - European Quality of Life Survey (EQLS) [1].
A moda mostrou que é possível a mulher ter vida para além do seu papel de mãe e de esposa.
O Ano Novo traz com ele o ímpeto para acreditarmos que a partir de 1 de janeiro tudo irá ser diferente e que todas as decisões irão finalmente ser tomadas.
Ao longo dos últimos 70 anos o mundo tem tentado encontrar, de forma sistemática e permanente, um caminho para o desenvolvimento sustentado em todos os países do mundo[1].
A Globalização está na ordem do dia e faz parte do nosso léxico há tanto tempo, que já nem nos lembramos que começámos a falar nela no final do século passado, o que, comparado com a metodologia encontrada por Fernand Braudel para medir a História, na sua obra “História das Civilizações”[1], não foi assim há tanto tempo. Aliás, de acordo com os Ciclos da História de Braudel, não foi há tempo nenhum.
A Declaração Universal dos Direitos do Homem prevê e estatui no seu Artigo 1° que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”[1]
Empoderar para reforçar as competências pessoais e sociais trará mais valias à Sociedade Contemporânea?
Nos passados dias 6 e 7, realizou-se em Oeiras o VII Congresso da ANESPO - Associação Nacional de Escolas Profissionais – sob o lema “A Educação e Formação no Contexto Nacional e Europeu”.
Integrar as pessoas na sociedade civil. Aproximá-las da Polis[i]. Dotá-las das competências necessárias para se empreender a partir da diferença e nunca a partir daquilo que é igual.
