Imagine o primeiro encontro. O tempo a pensar na roupa. A psicologia das cores. O curto jogging umas horas antes para descomprimir. O banho terapêutico. O creme hidratante perfeito. O cuidado em cada ponta de cabelo. A meticulosa inspeção nos detalhes, do cinto ao sapato, a um qualquer outro pormenor. E o perfume, a 17mágica sedução invisível.
As melhores ideias do mundo começam por uma pergunta. Mas, sobretudo, por um confronto. De nada serve puxar os cabelos e arregaçar as mangas em busca de uma ideia, sem uma orientação. Sobretudo, sem uma necessidade. E os problemas originam o foco, porque nos levam exatamente ao ponto por onde começamos: às perguntas.
Todos viramos o ano a pensar numa mudança qualquer. Que o bom se mantenha, mas que o menos bom se altere. Somos insaciáveis por mais. Insatisfeitos por natureza. O que é excelente. Caso contrário, como andaríamos em frente? Mas, tipicamente, focamo-nos demasiado nos resultados e demasiado pouco no processo da mudança.
O “Love Index” da Accenture Digital acaba de revelar, neste mês de novembro, quais as marcas mais apaixonantes para os consumidores, num estudo realizado a cada 2 anos e que atravessa vários países. E o resultado traz para o TOP5: Netflix, Apple, Google, Microsoft e YouTube.
