Falta menos de uma semana para o Natal, mas ainda está tempo de maximizar as suas vendas. A Páginas Amarelas sugere como fazer.
A luta dos cientistas para descobrir a fórmula da vacina contra a Covid-19, o futuro do dinheiro, quando este for apenas digital, e como a inteligência artificial irá ganhar todas as guerras. Eis uma amostra do top 11 dos melhores livros deste ano do The Economist.
Os portugueses preferem pessoas honestas e éticas, enquanto os colaboradores de outros países destacam líderes que trabalhem em equipa. Esta é uma das conclusões de um estudo da NTT DATA, que identifica os fatores diferenciadores para o ambiente de trabalho no espaço de cinco anos.
O Portugal Startup Outlook faz uma macro análise do panorama português de start-ups, salientando as tendências do ecossistema no último ano.
300 candidaturas, 38 finalistas e 19 prémios. Estes são os números da 6.ª edição dos Portugal Digital Awards, cujos vencedores foram revelados ontem.
Durante este ano, várias mulheres exerceram o seu poder e influência na sua área de atividade, e estão a moldar o futuro. Quer seja na política, na gestão, na cultura ou no entretenimento, conheça as mulheres para ficar atento em 2022.
Com esta aquisição, a empresa liderada por Vasco Pedro expande as suas capacidades de language operations da Unbabel e permite uma experiência multilingue no serviço ao cliente e no marketing.
Cibersegurança e Internet of Things são as áreas de atuação do hub tecnológico criado InnoWave em colaboração com o Politécnico de Beja.
Start-up portuguesa Visor.ai aborda o processo de criação de responsible AI, apresentando cinco passos para desenvolver soluções responsáveis.
Mais de 53% dos portugueses escolhe instituições de crédito e não bancos para pedir dinheiro. Compra de carro novo, liquidez e compra de equipamentos para a casa são as principais razões para o pedido de crédito, conclui novo estudo.
A ParaRede marcou uma época. Na viragem para o novo milénio, a empresa esteve no centro de profundas alterações tecnológicas que marcaram Portugal. João Pereira, que participou na IPO da ParaRede, em 1999, acaba de lançar um livro, onde desvenda os bastidores da empresa, que foi a primeira tecnológica portuguesa a ser cotada numa bolsa de valores.
A fintech norte-americana fundada e liderada pelo português Diogo Mónica fechou uma ronda de financiamento de 309 milhões de euros. A sua avaliação atual ronda os 2,7 mil milhões de euros. Continuar a apostar no talento português é um dos objetivos.
