Com o regresso à atividade empresarial na reentré, as organizações portuguesas enfrentam um contexto desafiante, mas cheio de potencial. As exigências do mercado, a evolução tecnológica e a pressão pela eficiência colocam a transformação digital no centro das prioridades estratégicas.
A iniciativa decorre ao longo de quatro dias, oferecendo aos participantes formação e mentoria especializada e culminando num demo day de apresentação de projetos.
A EBAN tem reunido algumas das mais emblemáticas histórias de sucesso dos business angels da sua rede e a Universal Robots é um desses casos. Enrico Krog Iversen, ex-CEO e partner da empresa, e uma das primeiras pessoas envolvidas na Universal Robots, fala sobre a jornada que foi "construir" o projeto e como este evoluiu.
O programa é gratuito e visa aproximar estudantes da diáspora ao mundo do empreendedorismo. Começa no dia 24 de novembro.
Depois de anos a anunciar que o remoto era o futuro, as empresas descobriram que afinal o futuro tem parque de estacionamento limitado, trânsito caótico e cafés caros. A Microsoft, entre outras empresas, puxou a corda e muitas outras seguem atrás: “voltem”.
Atrair e fixar empresas promissoras na cidade é o objetivo do Coimbra Tech Challenge. A iniciativa decorre de 19 a 23 de outubro.
Em 100 milhões de euros investidos em capital de risco há um aumento do PIB em 1,01% e das exportações em 1,33 pontos percentuais em 10 anos, conclui o estudo da Investors Portugal em parceria com a Nova SBE, que analisa quase duas décadas de dados.
Parceria vai apoiar 90 start-ups e mais de 110 empreendedores com acesso a mentoria, rede global e oportunidades de internacionalização.
O fundo de investimento Angels Way anuncia mais três investimentos em start-ups portuguesas. São elas a CourtMaster, a Curiouz e a WiseWorld.
Estão abertas as inscrições para a edição de 2026 do Miles 2026, um programa gratuito de capacitação em gestão para o setor social lançado pelo BPI | Fundação ”la Caixa” e a Fundação Manuel Violante.
Especialistas do setor agroalimentar defendem que a sustentabilidade e a competitividade da indústria passam pela simbiose entre tecnologia e capital humano, desmistificando o “mito do emprego perdido”.
Apesar do crescimento global do investimento responsável, a sustentabilidade ainda não é prioridade para a maioria dos investidores portugueses. 65% não consideram critérios ESG nas suas decisões, revela o 2.º Barómetro Doutor Finanças.
