A CATÓLICA-LISBON fechou uma parceria com o Yunus Centre, do economista e Prémio Nobel da Paz Muhammad Yunus, para a criação do Yunus Social Business Centre.

Trabalhar na resolução de problemas sociais e ambientais para um desenvolvimento mais sustentável e inclusivo, através da implementação do conceito de Social Business. Este é objetivo da criação do Yunus Social Business Centre (YSBC), um projeto divulgado esta semana pela Católica Lisbon School of Business & Economics (CLSBE)na sequência de uma parceria assinada com o Yunus Centre Dhaka, e que será publicamente lançado no 1.º semestre deste ano.

Muhammad Yunus, recorde-se, é economista e foi Prémio Nobel da Paz em 2006. É internacionalmente reconhecido pelo seu sistema de microcrédito e pela promoção do conceito de negócios sociais (social business), ou seja, negócios viáveis economicamente e orientados para o impacto social, ao serviço das populações e comunidades mais desfavorecidas.

Com esta parceria, a CATÓLICA-LISBON pretende desenvolver conhecimento, formação e projetos inovadores na área dos negócios sociais e no trabalho para um modelo económico mais justo, inclusivo e orientado para o impacto. Para concretizar este objetivo, irá realizar programas de capacitação em Social Business e inovação social para jovens no ensino secundário, alunos universitários, empreendedores e executivos, criar uma aceleradora de apoio ao desenvolvimento de novos negócios sociais que ajudem a resolver os desafios da sociedade Europeia e desenvolver parcerias para o impacto intersetoriais que contribuam para o desenvolvimento sustentável.

Filipe Santos, Dean da CATÓLICA-LISBON e responsável pela cátedra em Empreendedorismo Social, explicou que parceria agora firmada está alinhada com o sentido de propósito que instituição persegue, assente em três ideias essenciais: conhecimento, aprendizagem e impacto.

“As escolas de negócio têm a responsabilidade de promover conhecimento que se possa materializar em instrumentos positivos para o progresso da sociedade; a responsabilidade de treinar líderes éticos e responsáveis, capazes de fazer o melhor uso dos recursos e talentos que eles têm disponíveis; e a responsabilidade de concentrar os seus ativos de conhecimento e talento humano nas questões que mais desafiam as empresas e a sociedade”, concluiu.

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