A direção do estabelecimento prisional de Péu Péu, em Angola, garante que estão reunidas as condições para os investidores privados realizarem um “bom negócio”, com a sua eventual entrada na gestão da empresa de cerâmica que deixou de funcionar há 11 anos.

A empresa de cerâmica do estabelecimento prisional do Péu-Péu, na província do Cunene, em Angola, está paralisada há 11 anos e procura neste momento investidores para ajudarem a retomar a sua atividade. Na altura em que se mantinha operacional, a fábrica tinha uma produção mensal de 35 mil tijolos.

A direção dos Serviços Prisionais garante que estão reunidas as condições para os investidores privados realizarem um “bom negócio”, com a sua eventual entrada na gestão da empresa de cerâmica.

Alinhada com o património do Ministério do Interior, “a empresa tem um formato moderno e oferece plenas condições para funcionar”, avança o diretor provincial do Serviço Penitenciário do Cunene, o subcomissário prisional José Celestino, que revelou à Rádio Nacional de Angola que já tentaram contratar um empresário para explorar a empresa, mas que a operação acabou por não ser bem sucedida.

“Esta paralisação afeta a estrutura do Ministério do Interior. Seria de facto uma grande mais-valia ver esta infraestrutura funcionar, até porque a mão de obra é local, a matéria-prima existe e os equipamentos estão intactos”, explicou o responsável.

Resumo:
Responsável: José Celestino
Área: Cerâmica
Produto:  Indústria de cerâmica do estabelecimento prisional do Péu-Péu
Mercado: Angola

Comentários