Dinheiro parado perde valor? DECO PROteste explica como investir em ações com menos risco.
As ações continuam a ser o investimento mais rentável a longo prazo, mas exigem disciplina e diversificação. Conheça as dicas da DECO PROteste.
Num contexto em que a inflação continua acima da remuneração da maioria dos produtos de capital garantido, a DECO PROteste alerta que deixar o dinheiro parado pode significar perda de poder de compra. Segundo a organização, investir em ações continua a ser, historicamente, uma das formas mais eficazes de fazer crescer o património no longo prazo.
De acordo com a DECO PROteste, as bolsas mundiais geraram nos últimos 20 anos um rendimento médio anual de 9,3%, incluindo dividendos reinvestidos, superando claramente os retornos de depósitos a prazo, Certificados de Aforro e outros produtos mais conservadores.
A organização sublinha, no entanto, que investir em ações implica aceitar volatilidade e risco, sendo fundamental que os consumidores tenham uma estratégia adequada ao seu perfil financeiro e objetivos de longo prazo.
Antes de começar a investir diretamente em bolsa, a organização recomenda quatro regras essenciais: criar um fundo de emergência equivalente a pelo menos seis meses de despesas, liquidar dívidas de consumo, investir apenas dinheiro que não faça falta no curto prazo e diversificar os investimentos entre diferentes empresas, setores e geografias.
Um dos maiores erros dos investidores iniciantes é concentrarem o capital em poucas ações ou tomarem decisões impulsivas perante oscilações de curto prazo, aponta a DECO PROteste Investe. Por esse motivo, a organização defende que o investimento em ações deve ser encarado numa perspetiva mínima de cinco anos, idealmente superior a dez anos. Com destaque para os ETF e para os fundos de investimento que podem ser uma solução mais simples e eficiente para alcançar diversificação e reduzir risco, sobretudo numa fase inicial.
“Investir em ações não é uma fórmula de enriquecimento rápido. Exige tempo, disciplina, diversificação e capacidade para lidar com períodos de volatilidade. Mas, historicamente, quem investiu a longo prazo conseguiu proteger melhor o património da inflação e beneficiar do crescimento da economia”, refere.
A organização alerta também para a importância de recorrer apenas a bancos e corretoras autorizadas, comparar custos de intermediação financeira e desconfiar de promessas de rentabilidades elevadas e garantidas, frequentemente associadas a fraudes de investimento.







