Escola 42 adere à Carta Portuguesa para a Diversidade e reforça compromisso com a inclusão

Foto: Vanessa Zdanowski, diretora executiva da Escola 42

Com este passo, a Escola 42 reforça o seu posicionamento enquanto instituição aberta a diferentes percursos, experiências e perfis, num setor em que a diversidade é cada vez mais determinante para a inovação e para a transformação social.

A Escola 42 é a mais recente signatária da Carta Portuguesa para a Diversidade, formalizando o seu compromisso com a promoção da diversidade, equidade e inclusão através desta iniciativa promovida pela Comissão Europeia e, em Portugal, dinamizada pela Associação Portuguesa para a Diversidade e Inclusão (APPDI).

Segundo João Tavares, presidente da APPDI, “a adesão da Escola 42 à Carta Portuguesa para a Diversidade é um exemplo claro de como instituições do setor educativo e tecnológico podem assumir um papel ativo na construção de ambientes mais inclusivos. O seu modelo pedagógico, assente na abertura e na eliminação de barreiras de acesso, está profundamente alinhado com os valores que a Carta promove”.

Também Vanessa Zdanowski, diretora executiva da Escola 42, sublinha o significado desta adesão: “Assinar a Carta Portuguesa para a Diversidade é um momento de orgulho para a Escola 42. Este compromisso reflete aquilo que já vivemos no dia a dia: uma escola aberta a todas as pessoas, independentemente do seu percurso ou background. Acreditamos que a diversidade não é apenas um valor, é uma vantagem, e é o que nos torna mais fortes como comunidade e como motor de transformação no setor tecnológico”.

“Esta adesão reforça a coerência entre o modelo pedagógico da Escola 42 – aberto a todas as pessoas – e os princípios defendidos pela Carta, que incentiva organizações de todos os setores a implementarem, de forma voluntária, políticas internas de promoção da diversidade, equidade e inclusão”, explica a Escola 42 em comunicado.

A Carta, que acaba de assinalar 10 anos e abrange 620 entidades, assume a diversidade como um imperativo ético e estratégico, abrangendo dimensões como género, identidade, orientação sexual, etnia, religião, idade e deficiência, entre outras.

Em 2025, o programa foi distinguido com o European Digital Skills Awards, na categoria “Women in ICT Careers”, sendo reconhecido como um dos melhores projetos europeus nas áreas STEM.

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