Ser empreendedor é, muitas vezes, um ato de fé. Fé numa ideia, numa equipa, num propósito. Acima de tudo, fé em si próprio. Mas entre o sonho e a realidade, existe um território quase sempre silencioso: o do desgaste mental.
Hoje temos um mundo rápido e movido por impacto, onde a agilidade, a inovação e o propósito deixaram de ser um luxo. Muitas empresas ainda hesitam em trabalhar ou comprar de start-ups. Muitas tem processos longos e complexos, que acabam por afastar qualquer possibilidade real de colaboração.







