Basta assistir a um jogo, uma corrida ou um torneio de grande escala para notar uma mudança nas bancadas e nos ecrãs: ao lado dos habituais patrocinadores de equipamento desportivo e de bebidas, multiplicam-se os nomes de empresas de tecnologia. Poucos esperam ver ali este tipo de presença, mas essa escolha não é acidental. É estratégia e é uma das decisões de investimento mais mal compreendidas do setor.






