Liderar não significa apenas gerir pessoas ou coordenar projetos - significa agir para corrigir desigualdades históricas, abrir caminhos e transformar sistemas. Em essência, liderar é um ato de Justiça Social.
Dizia Calouste Gulbenkian – porventura o maior filantropo de Portugal até aos dias de hoje – que há uma função social da riqueza e que a fortuna tem deveres na ordem moral que não pode esquecer nem declinar.
A filantropia corporativa, tradicionalmente vista como um ato de generosidade das empresas, começa finalmente a entrar num processo de transformação, que há muito era necessário.







