A pesquisa divulgada pela Salesforce aponta como provável que até 2027 metade dos serviços de atendimento ao cliente sejam efetuados através de inteligência artificial.
Há mais portugueses a utilizar IA para reservar experiências de verão, revela o Hospitality and Travel Report da Adyen 2025.
Destinado principalmente às empresas exportadoras, o estudo da AICEP traça o cenário dos riscos e oportunidades no comércio internacional num contexto marcado por elevada incerteza.
O consumo diário de notícias nas redes sociais revela-se uma tendência crescente e transversal a todas as faixas etárias, revela o estudo Meaningful Media, da Havas Media Network.
O Global Digital Nomad Report coloca Portugal ocupa a 7.ª posição no ranking global dos destinos mais procurados por nómadas digitais, o que têm dado origem a novas propostas e ofertas de infraestruturas comunitárias para estes se instalarem.
Os investimentos das PME portuguesas já dão prioridade à Inteligência Artificial, segundo o estudo realizado pela GfK para a Cegid.
Uma pesquisa norte-americana mostra que apenas 20% dos profissionais têm um melhor amigo no local de trabalho e que os funcionários com laços estreitos são 43% mais comprometidos e 27% mais satisfeitos com seus empregos.
O equilíbrio entre vida profissional e pessoal superou o salário como principal prioridade para os executivos em 2025, revela o estudo "Talent Trends 2025: Executive & Senior Leadership Edition", da Page Executive.
Um novo estudo da Kaspersky sobre a relação entre millennials e o mundo online constata também que 70% dos millennials nem sempre verifica a autenticidade das suas ligações digitais e que 45% publica atualizações importantes da vida nas redes sociais antes de informar pessoalmente os familiares e amigos.
Um estudo do Movimento LIFE mostra o desinteresse pela liderança na jovem geração da saúde. Quase metade dos inquiridos não quer posições de chefia.
A conclusão é do estudo “Capital de Risco e o SIFIDE – Avaliação do Impacto Económico em Portugal”, realizado pela Investors Portugal e pela Universidade Nova de Lisboa.
O assédio sexual no trabalho é mais comum do que se pensa. Uma pesquisa da UE sobre violência contra as mulheres mostra que 31% das mulheres trabalhadoras sofreram assédio sexual no trabalho.
















