Bugge Holm Hansen alertou no BOOST 2026 que a Europa está a perder capacidade de definir o seu próprio futuro, ao deixar que narrativas tecnológicas externas condicionem as decisões sobre inteligência artificial, inovação e desenvolvimento económico.
As ferramentas disponibilizadas pelo Doutor Finanças já refletem as novas tabelas de retenção na fonte e permitem simular o impacto das alterações fiscais no rendimento mensal dos portugueses.
Com mais de cinco décadas de experiência no mundo empresarial, deparei-me com diversas recessões, crises e até uma pandemia. Durante esse período, tive a oportunidade de observar e participar em diferentes fases do desenvolvimento de negócios, desde momentos de crescimento intenso até períodos de reconstrução.
Karen Strougo, administradora da ANA, revela os números de passageiros que passaram nos aeroportos portugueses. Lisboa consolida-se como hub global, com ligações diretas a 135 destinos, e projeta Portugal como um dos países europeus com crescimento mais acelerado no tráfego aéreo.
Empresa com escritório em Barcelona angaria 130 milhões de euros para revolucionar o futuro da educação com IA e supervisão humana, e ganha estatuto de "unicórnio".
Quando uma empresa pede aos colaboradores para tirarem os sapatos à entrada, pondo chinelos, não está a inovar. Está a sinalizar uma outra realidade: a perda total de foco. E também a perder o juízo.
O capital privado na saúde bateu recordes em 2025, com transações a 191 mil milhões de dólares (163 mil milhões de euros) e forte crescimento na Europa, impulsionado por grandes negócios acima de mil milhões, segundo novo estudo.
No BOOST 2026, David Rowan, fundador da WIRED, defendeu que a tecnologia deve servir as pessoas, de forma a transformar o turismo em experiências mais humanas, relevantes e sustentáveis.
O programa StartUP Voucher visa apoiar jovens na criação do próprio emprego em áreas de base tecnológica. As candidaturas podem ser feitas até dia 30 de janeiro.
Mais da metade dos profissionais em Portugal considera o equilíbrio entre vida pessoal e profissional o principal motivo para permanecer no emprego, superando o salário e a segurança. A conclusão é do Workmonitor 2026, da Randstad.
Durante muito tempo, foi natural pensar Portugal como um ponto de chegada. Um mercado onde as empresas nasciam, cresciam e procuravam consolidar-se. Esse enquadramento fez sentido num determinado contexto económico e geopolítico, mas, hoje, o mundo empresarial opera com outras lógicas e isso obriga-nos a repensar a forma como posicionamos as nossas empresas.
Na 4.ª edição do BOOST, em Lisboa, ficou claro que o turismo não pode esperar por certezas: é preciso preparar-se para vários futuros possíveis e agir, combinando inovação, sustentabilidade e foco nas pessoas.
















