Os livros de negócios de 2025, segundo o Financial Times

O Financial Times, em colaboração com a Schroders, listou aqueles que considerou os melhores livros de negócios de 2025. Se não leu, e quer reforçar conhecimentos empresariais, ficam as dicas.

Conhecimento e informação nunca são demais para quem que estar atualizado sobre o que se passa no mundo dos negócios, na economia, nas finanças, na tecnologia… Os campos de conhecimento são vastos, mas o Financial Times, conjuntamente com a Schroders, identificou alguns livros de negócios de 2025 que analisam importantes questões empresariais, desde a guerra económica à inteligência artificial, e que podem ser uma referência para a sua lista de leituras no ano que agora começa.

The Thinking Machine – Jensen Huang, Nvidia, and the World’s Most Coveted Microchip
Stephen Witt analisa o estilo de liderança do CEO da fabricante de chips Nvidia e como ele ajudou a empresa a tornar-se uma das empresas mais valiosas do mundo.

House of Huawei –  Inside the Secret World of China’s Most Powerful Company
Neste livro, Eva Dou investiga a ascensão da empresa de tecnologia chinesa Huawei e o contribuito do seu fundador, Ren Zhengfei, e do Estado chinês para o sucesso da multinacional.

Chokepoints – How the Global Economy Became a Weapon of War
Edward Fishman aborda o uso de sanções e analisa como um arsenal económico foi desenvolvido, bem como as consequências para os negócios, a política e a economia do século XXI.

How Progress Ends – Technology, Innovation, and the Fate of Nations
Carl Benedikt Frey analisa a interconexão entre inovação e burocracia na determinação do destino das civilizações e instituições, e o que isso significa para os EUA, para a China e para a Europa hoje.

Abundance – How We Build a Better Future
Ezra Klein e Derek Thompson escrevem sobre o dilema do crescimento que os EUA enfrentam e as escolhas políticas entre regulamentação, investimento, apoio governamental e inovação.

Breakneck – China’s Quest to Engineer the Future
Dan Wang examina as principais diferenças entre os EUA, um “estado jurídico”, e seu rival de sempre, a China, um “estado engenheiro” que incentiva a inovação e a ambição.

Fonte: Financial Times

 

 

 

 

 

 

 

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